Os autarcas de Caminha, Rui Lages e de A Guarda, Roberto Carrero reuniram-se esta quarta-feira, em Caminha, para abordar os dossiês comuns. Entre os temas em discussão esteve "a ligação fluvial e a criação de uma eurocidade entre os dois municípios da ribeira Minho", revelou o Município de Caminha, numa nota de imprensa.

No que toca à ligação fluvial entre Caminha e A Guarda, suspensa desde 2020, uma das preocupações demonstradas prendeu-se com o assoreamento do rio Minho, e do canal do ferry, que põe em causa a navegabilidade do mesmo. “É necessário encontrar financiamento por parte dos Estados para que o rio Minho possa ser desassoreado e garantir uma ligação fluvial mais robusta e efetiva. Não só para que o ferry possa navegar, mas também para que a pesca e as atividades náuticas possam acontecer de forma mais segura”, afirmaram os autarcas.
“Necessitamos de ter uma ligação efetiva e regular entre estes dois povos, que desde sempre viram o Rio Minho como um espaço comum que nos une, mas a verdade é que, nestes últimos tempos tem vindo a ser um espaço que nos separa, por contingências alheias aos próprios concelhos”, confidenciaram.
A cooperação institucional foi também outros dos temas centrais da reunião. “A criação de uma Eurocidade entre Caminha e A Guarda é um dos temas que os autarcas pretendem desenvolver a curto prazo e a cultura e o desporto serão uma ponte que se pretende explorar entre as duas margens do rio Minho”, lê-se na nota de imprensa.
A construção de parques eólicos na costa atlântica que banha os dois municípios foi ainda outro dos pontos em discussão. Uma preocupação de ambos os autarcas, “sendo compromisso dos mesmos, tudo fazer ao seu alcance, junto das Entidades competentes, para minimizar os impactos no território transfronteiriço, defendendo a pesca, a população, o turismo e o território”.
Segundo a nota do Município, ficou também agendado um novo encontro, para reavaliar o ponto de situação dos referidos dossiês, no concelho de A Guarda.
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O cancro primário do fígado é uma das neoplasias com evolução epidemiológica mais desfavorável neste século. Tal como a doença hepática crónica que habitualmente o precede, o cancro do fígado evolui frequentemente sem sintomas durante um longo período.
A exposição itinerante “Saúde Mental – O que não se vê: 5 locais, 5 realidades” tem apresentação marcada para 16 de outubro, às 18h00, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. A iniciativa vai abordar temas como a ansiedade, o desgaste profissional e a solidão em cinco espaços da comunidade.
A primeira edição do Loureiro Summit arranca esta quinta-feira, 15 de outubro, às 18h00, no Palacete Villa Moraes, em Ponte de Lima. Promovido pelo município, o evento reúne produtores engarrafadores, especialistas, jornalistas, críticos e enólogos para debater e divulgar a casta Loureiro.
Os Serviços Municipalizados de Viana do Castelo (SMVC) vão iniciar, em novembro, um projeto-piloto de deposição controlada de resíduos volumosos, em parceria com 16 freguesias e uniões de freguesia do concelho. A iniciativa pretende facilitar a entrega destes resíduos, garantir o seu encaminhamento adequado e combater o abandono indevido.
O espetáculo “Só eu é que não tenho”, do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, vai percorrer as escolas do concelho de Viana do Castelo, com 29 sessões dirigidas a alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico, até 27 de outubro.
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