Em dia de celebração para a Escola Superior de Educação do Politécnico de Viana do Castelo, a sua diretora, Carla Faria, elencou os desafios de uma Escola que teve como missão, até então, a diferenciação e o crescimento.

A consolidação do corpo docente é, agora, o primeiro desafio. Carla Faria assumiu esta missiva também como uma oportunidade “pela possibilidade de reforçar e capacitar o corpo docente nas áreas disciplinares nucleares da formação e a consequente renovação e capacitação das equipas docentes e das linhas de investigação”.
A consolidação dos espaços e dos recursos pedagógicos é outras das prioridades. A diretora da ESE-IPVC defendeu a “urgência” na construção de novos espaços e/ou requalificação de outros, de forma a acomodar as especificidades pedagógicas e técnicas de formação, em especial, das artes, mas também dos demais eixos.
Mais do que formar do ponto de vista técnico, é fundamental privilegiar a compreensão, a crítica e a reflexão” | Carla Faria, diretora da ESE-IPVC
Um outro desafio está relacionado com o novo modelo pedagógico do IPVC, assente na ideia de uma formação que tem de ir além da profissionalização, apostando numa “efetiva educação com um cariz de capacitação e empoderamento”. “Mais do que formar – continuou Carla Faria – do ponto de vista técnico, é fundamental privilegiar a compreensão, a crítica e a reflexão”.

A internacionalização, com o reforço das redes de colaboração académica e científica, com especial enfoque na região ibérica, mas também nos países lusófonos, através da mobilidade de estudantes, docentes e não docentes e da dupla titulação, assume-se como outro desafio para a Escola Superior de Educação do IPVC.
O desenvolvimento da investigação científica e da inovação nas três áreas fundamentais da Escola é outra prioridade elencada por Carla Faria. Para tal, referiu a diretora da ESE-IPVC, foi identificada a necessidade de fortalecer a constituição de equipas e linhas de investigação. “Acreditamos que, desta forma, é possível assegurar condições efetivas que sustentem a apresentação de candidaturas a financiamento externo, o desenvolvimento de projetos e a integração em redes nacionais e internacionais”. E a recente criação do polo do inED – Centro de Investigação e Inovação em Educação na Escola, em parceria com as Escolas Superiores do Porto e Coimbra, constituem “uma excelente oportunidade para a construção deste percurso”, rematou a diretora da ESE-IPVC, Carla Faria.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.