Em dia de aniversário da Escola Superior de Ciências Empresariais, o seu diretor, Luís Barreto, destacou o papel da ESCE-IPVC, sediada em Valença, como “um guia para a comunidade local”, que tem dado significativos contributos para o “desenvolvimento económico e social da região”. Uma Escola que, apesar de jovem, tem tido um crescimento e uma evolução “notáveis”.

Numa altura em que mundo enfrenta desafios e crises de ordem variada, a educação, a ciência e a responsabilidade social assumem um papel cada vez mais importante, que vai muito além do que é ensinado numa sala de aula. Cabe, afirmou Luís Barreto, a docentes e a estudantes “o poder de moldar o mundo através do conhecimento, da inovação e do sentido crítico”.
Diretor de uma Escola comprometida com a educação de qualidade e com o conhecimento, Luís Barreto endereçou também palavras a todo o universo da ESCE-IPVC, desde docentes, não docentes e estudantes, para lhes agradecer os contributos diários para “um legado de sucesso e de conquistas notáveis, que servem como uma sólida base” para o futuro. Um legado que tem contribuído fortemente para que, tal como aconteceu neste ano letivo, a ESCE-IPVC tenha preenchido a totalidade das vagas no Concurso Nacional de Acesso.
“Celebramos não apenas um aniversário, mas também o potencial ilimitado que a nossa escola representa” | Luís Barreto, diretor da ESCE-IPVC
Em dia de aniversário, os parabéns não foram apenas cantados à Escola, mas também ao “potencial ilimitado” que a instituição representa. E se a educação é pilar fundamentar na formação de indivíduos mais informados, capacitados e responsáveis, ela desempenha também um papel crucial em matéria de inclusão. É, nas palavras de Luís Barreto, “uma ferramenta que capacita indivíduos, independentemente da sua origem, género, raça ou circunstâncias. Não é apenas uma palavra. É um compromisso que impulsiona o nosso trabalho diariamente”.
Após felicitar a Escola Superior de Ciências Empresariais do Politécnico de Viana do Castelo, o presidente do IPVC, Carlos Rodrigues, elencou aqueles que são as prioridades com as quais a instituição que dirige terá de ligar. O futuro, defendeu, traz “incertezas e desafios” que vão “exigir” de toda a comunidade, docentes e não docentes, um olhar atento. “Temos de olhar para os novos públicos, nomeadamente para a formação ao longo da vida e também para os estudantes com necessidades educativos especiais que, cada vez mais, e bem, nos chegam e que vão obrigar a novas tipologias de formação”.
“O IPVC será capaz de ultrapassar as adversidades, porque, defende, há um compromisso muito grande de toda a comunidade do IPVC”
A existência de um sistema de competitividade “como nunca houve”, as universidades europeias, que serão também fundamentais, nomeadamente, para combater algum “estigma” ainda existente em relação ao ensino politécnico, a outorga de doutoramentos e a internacionalização são pilares fundamentais e aos quais a presidência do IPVC dá a máxima atenção.
O novo modelo de financiamento das instituições de ensino superior, que não tem em linha de conta a dispersão geográfica e a localização das instituições – situação mais complexa nas instituições instaladas em zonas de baixa densidade demográfica – são também temas em cima da mesa e que irão exigir atenção redobrada por parte das instituições. Apesar de tudo isto, Carlos Rodrigues acredita que, tal como em outras situações, também nestas o Politécnico de Viana do Castelo “será capaz de ultrapassar as adversidades, porque, defende, há um compromisso muito grande de toda a comunidade do IPVC”.
Câmara de Valença mantém o compromisso e a parceria com a ESCE-IPVC
Presente também na cerimónia, a vice-presidente da Câmara Municipal de Valença, Ana Paula Xavier, destacou as duas prioridades para o futuro próximo: “A criação de uma residência académica, que dê resposta às necessidades de alojamento dos estudantes, cujo concurso público já terminou, prevendo-se iniciar a obra já no presente ano, num investimento superior a dois milhões de euros. E o estreitamento da ligação da ESCE-IPVC ao tecido empresarial da Euro-região Galiza-Norte de Portugal, para que a massa crítica aqui gerada possa fixa-se no território, fomentando o desenvolvimento de Valença e de toda a região transfronteiriça”.
A rematar a cerimónia mais protocolar, o presidente da Associação de Estudantes da ESCE-IPVC, David Castro, referiu-se à Escola onde se forma como uma Escola que cresceu e evoluiu “graças ao esforço coletivo de todos os que a chamam de casa” e que tudo o trabalho feito permite olhar para o futuro com “confiança e determinação”. “Que este 22.º aniversário – continuou – seja uma inspiração para continuarmos, com rigor e através do conhecimento, a renovar os alicerces que foram construídos”.
Como já vem sendo hábito, e marca distintiva dos aniversários da ESCE-IPVC, a cerimónia deste ano voltou a contar com o “Caminho da ESCElência”, um momento em que os alunos que concluíram os cursos de licenciatura com a melhor classificação, no ano letivo anterior, deixaram a sua “marca” num percurso que tem sido perpetuado ao longo de mais de duas décadas. Neste ato carregado de simbolismo deixaram a sua “marca” no “Caminho da ESCElência” Leonardo Macedo, da licenciatura em Gestão da Distribuição e Logística; Vera Barbosa, do curso de licenciatura em Organização e Gestão Empresariais; Ana Manuela Silva, da licenciatura em Contabilidade e Fiscalidade; e Mariana Abreu, do curso de licenciatura em Marketing e Comunicação Empresarial.
A celebração do 22.º aniversário da ESCE-IPVC encerrou com a atuação da TUNESCE, Tuna Académica da ESCE-IPVC, com um brinde à Escola e a distribuição de bolo de aniversário por toda a comunidade.
O Parque Ecológico Urbano de Viana do Castelo recebeu, no passado fim de semana, cerca de 2.000 visitantes para dois concertos gratuitos ao ar livre, numa programação que juntou música instrumental, jazz manouche e contacto com a natureza.
O deputado do CHEGA eleito por Viana do Castelo, Eduardo Teixeira, confrontou o ministro da Administração Interna com a alegada redução do horário de funcionamento do Posto Territorial da GNR de Tangil, em Monção, e voltou a exigir esclarecimentos sobre as obras previstas nas instalações policiais de Viana do Castelo e Lanheses.
António Manuel Ribeiro, vocalista e fundador dos UHF, destacou a forte adesão do público ao concerto da banda no Viana Bate Forte e comparou o ambiente vivido na Praça da Liberdade ao Rock in Rio.
A Coordenada Decimal – Associação de Nadadores-Salvadores de Viana do Castelo encerrou mais uma época balnear com um balanço considerado «muito positivo», destacando a inexistência de mortes por afogamento nas zonas vigiadas.
A Juventude Viana terminou a Taça Jorge Coutinho na segunda posição, em igualdade pontual com o vencedor HC Braga, numa competição marcada pelo equilíbrio.
A Fortaleza de Valença não conseguiu conquistar o título de Nova Maravilha de Portugal, apesar de ter liderado as votações durante grande parte da gala final, realizada este sábado, em Sintra.
O caminhense Marco Ribas conquistou o título de campeão do mundo de remo em skiff, na categoria Masters, escalão 27/35 anos, durante o 2026 World Rowing Masters Regatta, que decorre em Bled, na Eslovénia.