A Fundilusa, instalada em Vila Nova de Cerveira, Alto Minho, e a JC Navalips, da Cantábria, Espanha, anunciaram a formalização de uma parceria para “explorar capacidades conjuntas” e “modernizar o setor da construção naval”.

“Com o objetivo de modernizar o setor, ambas as empresas, que operam de maneira independente e sem qualquer vínculo de subordinação, concordaram em um projeto para explorar capacidades conjuntas para a produção e comercialização de hélices e outras peças em bronze para a indústria naval, utilizando tecnologia de última geração”, referem em comunicado.
Na nota, as empresas acrescentam que a “aliança estratégica para avançar na modernização e sustentabilidade do setor naval” foi formalizada, com a assinatura de um acordo na inauguração da Navalia, a Feira Internacional da Indústria Naval de Vigo, em Espanha.
Com “uma capacidade de fabricação, conjunta, de cerca de três mil toneladas anuais, ambas as empresas têm a vontade de colaborar com o objetivo comum de proporcionar um serviço de alta qualidade, melhorar os prazos de resposta e ampliar o portfólio de produtos para cobrir todas as necessidades” do mercado.
“Em um momento de notável crescimento da JC Navalips, participamos com entusiasmo nesta aliança estratégica que deve assegurar vantagens competitivas para ambas as empresas. Será uma excelente oportunidade para compartilhar recursos, capacidades e conhecimentos a serviço do mercado”, afirma o presidente da JC Navalips, Javier Cavada, citado na nota.
O presidente da Fundilusa, Pablo González, também citado na nota, disse tratar-se de “uma aliança estratégica e inovadora para o setor, que permitirá oferecer um melhor serviço aos clientes, ampliando portfólio de produtos, aproveitando as sinergias comuns e as capacidades de ambas as empresas”.
A JC Navalips, com mais de 50 anos, fabrica produtos de propulsão naval, como hélices, pás e componentes de bronze para o setor naval.
A Fundilusa, fundada em 1989, é especializada na fundição e usinagem de hélices, pás e componentes de propulsão marítima, em bronze.
A aliança entre as duas empresas permitirá “um atendimento completo ao mercado, competitividade em preço e prazo, altos padrões de qualidade, incorporação de tecnologia de última geração, ampliação da gama atual de produtos, investimento em I+D+i, aproveitamento de sinergias no desenvolvimento de novas metodologias e materiais, bem como o compromisso conjunto com o aproveitamento de matérias-primas, reciclagem e redução da pegada de carbono”.
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