O projeto vencedor do Gold Prize chama-se Deithy Lamp e foi desenvolvido por Liliana Soares e Ermanno Aparo, docentes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, e pelos alumni da licenciatura em Design do Produto e do mestrado em Design Integrado, João Teixeira e Jorge Passos. Deithy Lamp nasce de uma parceria entre o IPVC e a Furnor, empresa sediada em Vila Nova de Famalicão, demonstrando, mais uma vez, a importância da articulação entre a Academia e o tecido empresarial.
Conjuga a tradição com a inovação e a sustentabilidade com a funcionalidade, valorizando a “poética da luz” nas suas diversas
modulações. É este o conceito de Deithy Lamp, o projeto que nasce de uma parceria entre o Politécnico de Viana do Castelo e a Furnor, empresa de Vila Nova de Famalicão, que foi desenvolvido no âmbito do Polo do IPVC/CIAUD (Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design) e que, recentemente, venceu o Gold Prize do MUSE Design Award 2023. O prémio foi organizado pela norte-americana International Awards Associate (IAA) e contou, este ano, com cerca de 6.500 inscrições e um leque de 60 jurados, oriundos de 17 países.
O projeto deste conceito de iluminação foi desenvolvido por Liliana Soares e Ermanno Aparo, docentes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, e pelos alumni da licenciatura em Design do Produto e do mestrado em Design Integrado, João Teixeira e Jorge Passos, em estreita articulação com a Furnor, empresa famalicense com mais de 40 anos de existência, dedicada ao fabrico e acabamento de componente e peças metálicas.

A identidade sustentável do projeto, que tinha como objetivo rentabilizar as capacidades produtivas da empresa e proporcionar um novo conceito de iluminação, “reflete-se nos cuidados ambientais desde a escolha das matérias-primas, passando pelos processos produtivos e continuando pelo consumo e pelo tipo de interação necessária para o funcionamento do candeeiro”, descreve Liliana Soares.
A docente da ESTG-IPVC acrescenta, ainda, que “a forma do candeeiro refere-se à posição sinuosa de ‘Tribhanga’, usada pelas
representações das divindades indianas, criando uma ligação fluida e elegante entre o céu e a terra”. O candeeiro apresenta uma geometria que contrapõe a solidez da base feita em cortiça e a leveza da estrutura em latão dourado, num “equilíbrio criado entre a tecnologia e a poética que se manifesta na gestualidade do utilizador”.
A docente Liliana Soares acrescenta que o projeto demonstrar a importância da criatividade e da colaboração entre a Academia e o tecido empresarial, pilar fundamental para o Politécnico de Viana do Castelo. Na área do Design, esta simbiose tem tornado a Instituição “uma referência a nível mundial” e que tem contribuído, ativamente, para “implementar a inovação” nas empresas nacionais, ajudando-as a tornarem-se decisivas na qualificação do produto nacional como algo de excelência no mercado global.
O projeto vencedor do Gold Prize chama-se Deithy Lamp e foi desenvolvido por Liliana Soares e Ermanno Aparo, docentes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, e pelos alumni da licenciatura em Design do Produto e do mestrado em Design Integrado, João Teixeira e Jorge Passos. Deithy Lamp nasce de uma parceria entre o IPVC e a Furnor, empresa sediada em Vila Nova de Famalicão, demonstrando, mais uma vez, a importância da articulação entre a Academia e o tecido empresarial.
João Coelho, jovem de 20 anos natural de Ponte de Lima, garantiu a passagem à próxima fase do programa Got Talent Portugal, transmitido pela RTP1, após conquistar os quatro votos favoráveis do painel de jurados.
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