Este domingo, dia 5 de maio, assinala-se o Dia da Mãe e a Câmara Municipal de Viana do Castelo preparou um programa que pretende incentivar a bons momentos de convívio entre mães, filhos e famílias, pensado para o Parque Ecológico Urbano e de acesso gratuito.

Assim, das 10h00 às 18h00, estarão disponíveis um PhotoBooth, para que mães e filhos levem um registo fotográfico do dia, pinturas faciais e caça ao tesouro.
Às 11h00, acontece uma Hora do Conto pel’O Bicho Papelão, trio contador de histórias. Entre as 15h00 e as 18h00, serão promovidos jogos de tabuleiro e, às 17h30, momento musical pela Escola Amadeus. O dia termina pelas 18h30, com concertos meditativos pela RelaxArt.
Estão abertas inscrições para dois workshops, gratuitos: Kokedamas, forma de arte em jardins japoneses, das 10h00 às 15h00; Cabeçudos em pasta de papel, também das 10h00 às 15h00. As inscrições são limitadas, através do email gci@cm-viana-castelo.pt, e podem ser feitas até ao início da atividade (ou até esgotarem as vagas disponíveis).
Se as condições meteorológicas forem adversas para atividades ao ar livre, a Câmara Municipal de Viana do Castelo terá espaços alternativos, dentro do Parque Ecológico Urbano e do Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA), para os workshops de Kokedamas e Cabeçudos, nos mesmos horários.
Esta é mais uma atividade que visa dinamizar o Parque Ecológico Urbano de Viana do Castelo, situado em torno do espelho de água proporcionado pela caldeira das Azenhas de D. Prior, ocupando cerca de 20 hectares em plena cidade.
Corresponde a um espaço natural que resulta da intervenção do Programa Polis em Viana do Castelo. Localizado a nascente do Centro Histórico e a poente da ponte Eiffel, o Parque é parte integrante do estuário do rio Lima, que estendeu um braço para dentro da sua margem direita, sendo uma área de elevado interesse e sensibilidade ambiental. Galardoado com o Prémio Nacional de Arquitetura Paisagista, pode ser considerado como o “primeiro Parque de halófitas em Portugal”.
Desde que abriu as portas ao público em geral, o parque tem recebido semanalmente a visita de centenas de vianenses e acolhido as mais variadas iniciativas de lazer, cultura, convívio, workshops e ações de formação, teatro e apresentação, até alguns eventos desportivos de baixo impacto para a natureza.
O Parque é uma importante zona húmida costeira, alimentado diariamente pela água salobra da maré e pela água doce da ribeira de S. Vicente, tornando-se um verdadeiro ‘hotspot’ biológico na cidade de Viana do Castelo. Neste espaço, os visitantes podem usufruir dos diferentes espaços e equipamentos de lazer, sempre em convívio com a natureza.

A 41.ª edição do festival “Folk – O Mundo a Dançar” realiza-se entre 1 e 10 de agosto, levando música, dança e tradições de vários países a diferentes localidades do Alto Minho e à Galiza.
A terceira edição do Acampamento Juvenil Diocesano (JUBIGO) vai decorrer entre 28 de julho e 1 de agosto, nos arciprestados de Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira. A iniciativa deverá reunir centenas de jovens provenientes de diferentes pontos da Diocese de Viana do Castelo.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo iniciou a demolição do antigo acampamento de Vila Nova de Anha, depois de ter realojado as famílias que ali residiam em habitações municipais.
Dois músicos ligados a algumas das mais prestigiadas orquestras europeias atuam este domingo, 26 de julho, no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira, no encerramento da segunda edição do Festival Terras de Cervaria.
A árbitra Filipa Pereira Cunha, natural de Valença, foi nomeada pela UEFA para dirigir um encontro da primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões feminina.
A K-Bridge, uma plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida por três estudantes do Politécnico de Viana do Castelo, venceu a fase regional da 22.ª edição do Poliempreende. O projeto vai representar a instituição na final nacional do concurso, marcada para setembro, na Universidade do Algarve.
A redução do número de incêndios e a melhoria da resposta operacional não evitaram que cerca de 271 mil hectares ardessem em Portugal em 2025. A Quercus alerta que a vulnerabilidade da paisagem continua por resolver e defende uma aposta mais forte na prevenção.