O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, marcou presença na cerimónia de assinatura dos protocolos que permitem a certificação da Torta de Viana por mais três anos.

Os protocolos foram, assim, firmados entre a entidade certificadora Certis – Controlo e Certificação, Lda e os representantes de dez pastelarias da cidade e do concelho, no âmbito da renovação do processo de certificação.
Tratam-se de quatro protocolos renováveis por iguais e sucessivos períodos de um ano, iniciando a duração do primeiro a 19 de novembro de 2024. Assinaram os mesmos as pastelarias aderentes, com quem a autarquia iniciou o processo que culminou com a certificação deste produto em 21 de setembro de 2021.
No momento de assinatura, o autarca vianense agradeceu aos quatro representantes das dez pastelarias por serem “verdadeiros parceiros na responsabilidade de preservar e promover a Torta de Viana”.
“A vossa dedicação a este trabalho tem sido extraordinária. A notoriedade de Viana do Castelo depende de tudo e de todos, incluindo destes pequenos detalhes em torno de um produto que é nosso”, considerou Luís Nobre.
Podem, pois, ser encontradas Tortas de Viana certificadas nas seguintes pastelarias: Pastelaria do Castelo (Avenida da Praia, nº 55, 4935-565 Castelo do Neiva), Salão de Chá Linda Praia (Avenida da Praia, nº 1593, 4935-570 Castelo do Neiva), Pastelaria do Castelo Amorosa (Avenida Norte, nº 186 R/CH Dtº, 4935-580 Amorosa), Pastelaria Doce Cabedelo (Rua João Lopes O Velho, nº 13-17, 4935-156 Darque), Pastelaria Rosarinho (Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, nº 106, 4900-563 Viana do Castelo), nas três casas Ameadella Pastelaria (Rua de Sta. Cristina, Nº200, 4900-810 Viana do Castelo; Rua António Machado Vilas Boas, 60, 4900-503 Viana do Castelo; Parque Empresarial da Meadela, 323, 4900-021 Viana do Castelo), Zé Natário (Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, nº23, 4900-563 Viana do Castelo) e Dona Farinha (Rua de Aveiro, nº53 a nº57, 4900-495 Viana do Castelo).

A Certificação da “Torta de Viana” surgiu da necessidade de preservar a receita tradicional de um doce que tem associado a si o nome de Viana do Castelo, identificando as suas caraterísticas, de modo a valorizar e promover este produto endógeno e ao mesmo tempo permitir diferenciar a “Torta de Viana”, dando a garantia e confiança ao consumidor que está a consumir um produto local com qualidade reconhecida, com a receita original que existe desde o século XVI.
A marca está, assim, registada e protegida com o número de registo 667701, e é composta por um logótipo, símbolo e a respetiva assinatura.
A receita da Torta de Viana terá sido oriunda do Convento de Santa Ana de Viana do Castelo, em 1505. As primeiras freiras eram Clarissas e teriam vindo do Mosteiro de Vila do Conde onde já eram renomadas artistas doceiras. Esta torta era um doce importante, apenas preparado para ocasiões especiais, também conhecido com “Torta Real”.
O processo de certificação do doce típico de Viana do Castelo foi inicialmente financiado pelo Norte 2020, promovido pelo Consórcio Minho Inovação (Comunidades Intermunicipais do Alto Minho, do Ave e do Cávado), e realizado no contexto da atribuição do Galardão da Região Europeia da Gastronomia ao Minho. No novo ciclo que agora se inicia, os custos associados a este novo período de certificação são repartidos entre a autarquia e as pastelarias aderentes.
A Rua de Viana vai passar a ter iluminação de Natal, no âmbito do alargamento da decoração festiva a mais arruamentos da cidade. A Câmara Municipal associa a inclusão desta rua à dinamização do comércio tradicional.
Instalação de desfibrilhadores na via pública, mobilização de socorristas e formação em primeiros socorros são as principais medidas previstas na proposta vencedora do OPJ de Valença.
O projeto Viana STARTS participou numa visita a Las Palmas de Gran Canaria, em Espanha, dedicada à partilha de experiências entre cidades nas áreas da inovação azul, cultura oceânica e regeneração urbana.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, importa lembrar que estes cuidados não se destinam apenas às pessoas com doença oncológica. São uma resposta essencial para todas as pessoas que vivem com doenças crónicas, progressivas e avançadas, incluindo a doença hepática, contribuindo para o alívio do sofrimento e para a melhoria da qualidade de vida.
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