O deputado à Assembleia da República e vereador da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Eduardo Teixeira, defendeu esta semana no Parlamento um conjunto de medidas consideradas essenciais para o desenvolvimento do Alto Minho, no âmbito da discussão da especialidade do Orçamento do Estado para 2026.
Sob o mote “O Alto Minho com Voz”, o parlamentar tem vindo a destacar as principais carências da região, com especial enfoque na segurança pública, na educação e nas infraestruturas.
Durante a audição com a Ministra da Administração Interna, Eduardo Teixeira alertou para a falta de condições das esquadras da PSP de Viana do Castelo e Ponte de Lima e defendeu a construção de novas instalações da GNR em Lanheses e Valença. O deputado pediu ainda o reforço urgente de efetivos das forças de segurança, face ao envelhecimento dos quadros.
“A segurança das populações não pode continuar adiada. É tempo de investir em quem protege Portugal”, sublinhou.
Na área da Educação, Eduardo Teixeira chamou a atenção para as limitações de apoio especializado a alunos com necessidades educativas especiais, lembrando que no concelho de Viana do Castelo existe apenas uma sala com apoio específico em todo o ensino secundário.
“A inclusão não se faz com slogans. Faz-se com investimento real, com escolas preparadas e com profissionais suficientes”, afirmou.
O deputado do CHEGA aproveitou ainda as audições para exigir garantias de manutenção da isenção de portagens na A28, considerando que esse resultado “é fruto da pressão política feita em defesa da região”. Eduardo Teixeira defendeu também o reforço das ligações entre o Alto Minho e o Porto e voltou a reivindicar a criação de um Tribunal Administrativo no distrito, uma antiga pretensão da Ordem dos Advogados.
No plano nacional, Eduardo Teixeira criticou a ausência de medidas concretas para reduzir a despesa pública improdutiva e a carga fiscal elevada sobre famílias e empresas.
“O Estado deve concentrar-se nas suas funções essenciais — saúde, educação, segurança e justiça — e cortar nas gorduras e organismos redundantes. É preciso mais eficácia e menos desperdício”, referiu.
“O Governo continua a fingir que dá, quando na verdade tira. Dá com uma mão e tira com a outra. É tempo de devolver poder de compra a quem trabalha e de libertar a economia das amarras fiscais”, acrescentou.
Com estas intervenções, o deputado vianense reafirmou a importância de dar voz ao Alto Minho no debate nacional, defendendo que o país só será equilibrado “quando olhar para todos os territórios com igual importância”.
“No meio de um Parlamento muitas vezes distante da realidade, o Alto Minho terá voz em Lisboa — por mais segurança, mais justiça, mais eficiência e mais investimento para o nosso território”, concluiu.
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