A depressão Ciarán, que se desloca no Atlântico em direção a leste, deverá afetar Portugal continental e a Madeira a partir desta quinta-feira, com vento e precipitação forte, principalmente no Norte e Centro, informou o IPMA.
De acordo com um comunicado do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a depressão Ciarán, designação atribuída pelo Serviço Meteorológico do Reino Unido, desloca-se ao longo do Atlântico em direção a leste, e às 00h00 de quinta-feira, “deverá estar centrada a oeste-sudoeste das Ilhas Britânicas”, com impacto nestas ilhas, “em particular ao nível do vento”.
“A depressão Ciarán propriamente dita não afetará Portugal continental, embora estejam previstos efeitos colaterais, devido a um sistema frontal que lhe está associado, e que irá atravessar o território continental durante a madrugada e a manhã de dia 2 de novembro”, lê-se na nota.
Assim, a partir do final da tarde de quarta-feira e durante quinta-feira”prevê-se um aumento da intensidade do vento, que soprará de sudoeste forte no litoral, em especial no litoral oeste, e nas terras altas, com rajadas da ordem de 70/80 kms (quilómetros) /hora e 90/100 kms/h, respetivamente”.
“Prevê-se ainda precipitação por vezes forte, em especial nas regiões Norte e Centro, onde deverá ser persistente”, acrescenta o IPMA.
Adicionalmente, o instituto prevê que “haverá um aumento muito relevante da agitação marítima no dia 2 na costa ocidental, onde as ondas deverão ser de noroeste e atingir cinco a sete metros de altura significativa, e com uma probabilidade elevada de ultrapassar os sete metros, nomeadamente a norte do Cabo Raso”.
“Este episódio dever-se-á prolongar até dia 6 de novembro”, estima o IPMA.
A superfície frontal fria deste sistema frontal deverá atravessar o arquipélago da Madeira durante o final de quinta-feira e madrugada de sexta-feira, “embora sem severidade”, é referido na nota.
“O mais significativo será o aumento da agitação marítima, que será de noroeste com quatro a cinco metros de altura significativa a partir do final de dia 2, podendo atingir cinco a seis metros no dia 5”, aponta o IPMA, aconselhando, devido a esta situação meteorológica, “o acompanhamento das previsões meteorológicas e dos avisos” nos próximos dias.
Sete distritos do continente vão estar na quinta-feira sob aviso laranja devido à previsão de agitação marítima forte, indicou já esta segunda-feira o IPMA.
Os distritos do Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso laranja entre as 03h00 e as 06h00 de quinta-feira por causa da agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste com cinco a sete metros, podendo atingir altura máxima de 14 metros.
Estes sete distritos vão estar sob aviso amarelo devido à agitação marítima até 00h00 de terça-feira e entre as 21h00 de quarta-feira e as 03h00 de quinta-feira.
O projeto vencedor da II EPIC Hackathon será revelado esta quarta-feira, dia 1 de abril, pelas 11h15, numa sessão que decorrerá na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
O Centro Social da Paróquia de Santa Marta recebeu, recentemente, o Orfeão da União do Porto para uma atuação memorável, dedicada às valências da área da infância e do Centro de Dia.
A PSP de Viana do Castelo deteve, no dia 24 de março, pelas 08h50, uma mulher de 37 anos, residente no concelho, pelo crime de desobediência.
Vila Nova de Cerveira vai receber, no próximo dia 2 de maio, às 15h30, o espetáculo “A Dama e o Vagabundo – O Musical”, uma produção dirigida ao público familiar que promete animar o fim de semana no Palco das Artes de Vila Nova de Cerveira.
A patinagem artística esteve em evidência em Fafe, no fim de semana, com a EDV a alcançar um desempenho de excelência no Campeonato e Torneio Nacional de Show e Precisão, ao conquistar o primeiro lugar em todas as categorias em que participou.
A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, inaugura no próximo dia 10 de abril a exposição “O Portugal de Todd Webb”, uma mostra inédita em Portugal que reúne fotografias captadas pelo reconhecido fotógrafo norte-americano Todd Webb durante as suas viagens pelo país entre as décadas de 1970 e 1980.
O presidente da direção dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez alertou para a inadequação do atual modelo de combate a incêndios rurais, defendendo a sua reformulação face ao aumento de ocorrências fora do período considerado crítico.