A propósito das recentes polémicas em volta do custo do palco da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Lisboa, D. João Lavrador, bispo de Viana do Castelo, considerou que existe uma certa “guerrilha partidária” e uma “mistura” entre a igreja e os protocolos. A opinião do bispo foi partilhada durante um encontro com jornalistas, esta quinta-feira, que decorreu no Centro Pastoral Paulo VI, em Darque, e que teve como intuito o de apresentar a mensagem do Papa Francisco para o 57º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

D. João Lavrador considerou que “É natural que os custos sejam escrutinados no público. Porquê? Porque isto envolve dinheiros públicos. Temos todo o direito de saber o que se está a passar. Isso acho normal… Isso não quer dizer que depois não haja alguma disputa, aproveitamento, mas isso já são outros casos. Já se sabe que existe aqui uma certa guerrilha partidária… O facto de a Câmara de Lisboa ter mudado e o próprio coordenador das jornadas ser de outro partido acaba por influenciar… Não me venham com histórias”, exemplificando ainda, com a cidade de Madrid que acolheu a JMJ em 2011.
“Eu estive em Madrid e o palco não era nada disto e celebrou-se muito bem. Os bispos e os cantores não têm de estar empoleirados lá em cima… Em Madrid era um palco relativamente simples, baixo e o próprio altar era normal”, recordou, afirmando que à igreja só competia informar de que o papa precisava de um altar com dignidade.
“Agora se a Câmara queria de uma maneira e o arquiteto queria de outra já é outro caso… A igreja tem de ter a consciência de que tem de ser simples, sóbria, sem estes grandes aparatos. Ela tem de dar o exemplo nesse sentido…”, relembrou ainda o bispo de Viana. “Em termos de protocolo é outra coisa. Isso tem de ficar bem definido para que não se faça uma mistura entre a igreja e os protocolos”, referiu. “O altar para uma celebração da eucaristia tem de ter dignidade, mas a dignidade não tem de ser de grandes custos”, sugeriu D. João Lavrador.
O TUViana vai percorrer, entre 15 e 25 de setembro, nove escolas do concelho de Viana do Castelo, permitindo à comunidade escolar tratar de cartões e passes sem necessidade de se deslocar aos postos de atendimento.
O Parque Ecológico Urbano de Viana do Castelo recebeu, no passado fim de semana, cerca de 2.000 visitantes para dois concertos gratuitos ao ar livre, numa programação que juntou música instrumental, jazz manouche e contacto com a natureza.
O deputado do CHEGA eleito por Viana do Castelo, Eduardo Teixeira, confrontou o ministro da Administração Interna com a alegada redução do horário de funcionamento do Posto Territorial da GNR de Tangil, em Monção, e voltou a exigir esclarecimentos sobre as obras previstas nas instalações policiais de Viana do Castelo e Lanheses.
António Manuel Ribeiro, vocalista e fundador dos UHF, destacou a forte adesão do público ao concerto da banda no Viana Bate Forte e comparou o ambiente vivido na Praça da Liberdade ao Rock in Rio.
A Coordenada Decimal – Associação de Nadadores-Salvadores de Viana do Castelo encerrou mais uma época balnear com um balanço considerado «muito positivo», destacando a inexistência de mortes por afogamento nas zonas vigiadas.
A Juventude Viana terminou a Taça Jorge Coutinho na segunda posição, em igualdade pontual com o vencedor HC Braga, numa competição marcada pelo equilíbrio.
A Fortaleza de Valença não conseguiu conquistar o título de Nova Maravilha de Portugal, apesar de ter liderado as votações durante grande parte da gala final, realizada este sábado, em Sintra.