O consumo de bacalhau em Portugal tem vindo a recuperar do impacto provocado pela inflação, esperando-se, assim, números “fortes” para este Natal, à semelhança do que tem acontecido nos anos anteriores, avançou o Norwegian Seafood Council (NSC) à Lusa.

“Neste momento, o consumo está num bom nível, mas para explicarmos o agora temos que olhar para o que aconteceu desde agosto do ano passado, com a inflação e o aumento de preços dos alimentos. Foi muito difícil, mas agora vemos que o comércio está mais normal, mais estável”, afirmou o diretor do NSC para Portugal, Trond Rismo, em entrevista à Lusa.
Assim, o consumo de bacalhau em Portugal deverá manter-se “forte” na época do Natal.
Segundo as estimativas do NSC, o consumo de bacalhau no mês de dezembro vai representar entre 25% a 30% do total.
Nos últimos anos, os portugueses têm comido, só na véspera de Natal, entre quatro e cinco toneladas deste peixe. “É também de destacar o consumo ‘per capita’ [por pessoa]. No ano passado, tivemos uma redução de 3%, mas este ano estamos a voltar para um patamar normal e calculamos que este ronda os 15 a 16 quilogramas de bacalhau, o que é um número incrivelmente alto”, apontou.
O NSC mantém-se expectante com o comportamento do consumo no próximo ano, após o fim do IVA zero para um cabaz de alimentos, uma medida adotada pelo Governo para travar o impacto da escalada de preços.
Ainda assim, Trond Rismo garantiu que o bacalhau continua a ser um produto muito importante, sobretudo para os retalhistas. “No ano passado não vi muitas promoções na altura do Natal, só nas duas semanas anteriores. No início do primeiro semestre deste ano, sobretudo durante o verão, já vi algumas promoções. Acredito que os retalhistas estão a fazer isto para atrair os clientes. Eles querem que o consumo regresse”, sublinhou.
Só para a campanha de Natal em Portugal, o NSC dedicou aproximadamente 600.000 euros.
De acordo com os dados do NSC, até setembro, as exportações de bacalhau da Noruega para Portugal, fresco, congelado e salgado recuaram 10% face a 2022, mas o preço aumentou 22%.
Só em setembro, verificou-se um decréscimo de 2% em termos de volume e um agravamento de 9% no preço.
Neste mês, o total das exportações de produtos do mar atingiram quase 16.000 milhões de coroas norueguesas (cerca de 1.391 milhões de euros), quando no mesmo mês de 2022 estavam em 14.610 milhões de coroas norueguesas.
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O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) alcançou o terceiro lugar nacional no UI GreenMetric World University Rankings 2026, com 7912,5 pontos em 10 mil, mais 237,5 pontos do que na edição anterior. A instituição ocupa ainda a 260.ª posição a nível mundial, entre 2016 universidades de 110 países.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou 19 191 ações de fiscalização relacionadas com a proteção e bem-estar animal entre janeiro de 2024 e 31 de agosto de 2026. Durante este período, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) detetou 982 situações de abandono e 1 668 casos de mortes e maus-tratos a animais.
As doenças cardiovasculares continuam a representar a principal causa de morte em todo o mundo e em Portugal. Todos os anos, mais de 20 milhões de pessoas perdem a vida devido a problemas no coração e na circulação. No entanto, há um dado que a medicina reforça com urgência: cerca de 80% destas mortes precoces poderiam ser evitadas.
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