Até 26 de novembro, de quinta a domingo, as Comédias do Minho fazem jus ao seu nome com o espetáculo de teatro cómico e saudosista "Felizmente Sãozinha" onde Manuel Tur convida o público a voltar ao tempo da telefonia. Melgaço de 9 a 12 de novembro, Monção de 16 a 19 de novembro e Vila Nova de Cerveira de 23 a 26 de novembro.

Depois de estrear no concelho de Valença e de apresentar o espetáculo em Paredes de Coura, a companhia de teatro itinerante Comédias do Minho leva o espetáculo às vilas e aldeias de Melgaço, Monção e Vila Nova de Cerveira.
“Felizmente Sãozinha” transporta-nos para um dia de emissão nos tempos antigos da rádio em Portugal, onde quatro radialistas condignos preparam, gravam e transmitem os muitos programas que fazem a rotina desta estação.
Porém a grande missão das personagens é gravar o último episódio da radionovela que salvou a estação da falência nos últimos 6 anos.
“Felizmente Sãozinha” é o grande sucesso da emissora e o fim da radionovela que traz algumas incertezas à tona e revelam-se dramas, intrigas, segredos e aspirações românticas, dentro e fora da cabine de gravação.
Pelo meio, um sem-termo de rubricas de uma rádio de outro tempo, levam-nos da necrologia à previsão astrológica, passando por um espaço de resolução de quezílias e, claro está, ao tão aguardado episódio final.
Ao preparar, gravar e transmitir os muitos programas que fazem a rotina desta estação, as personagens embrenham-se num microcosmos de hierarquias, ambiguidades e pequenos atritos…

Manuel Tur e Gil Fesch (Apoio à Dramaturgia) esclarecem as intenções que os levaram a criar este espetáculo:
“Trata-se de um objeto teatral que recupera, pela via da comédia, o universo simbólico da radionovela e parte da intenção de dar a ouvir. Simples e ludicamente. Apoiado num longo processo de investigação documental, tem, assim, por referência essa particular tradição elocutória que associamos ao teatro radiofónico: a importância atribuída à palavra, o respeito pelo idioma e uma extrema exigência quanto à articulação — o culto da voz. Traz ainda para cena a mecânica radiofónica, com todos os seus artifícios, recursos e métodos, entregando-se, desse modo, a uma íntima reflexão acerca do processo de comunicação, num misto de encontros e descoincidências, acasos, simulacros, duplicações.”
A cenografia é de Filipe Tootill, os figurinos de Filipa Carolina e a sonoplastia de Joel Azevedo, tornam este regresso aos anos cinquenta numa experiência estética completa.
Entre o cómico e o saudosista, “Felizmente Sãozinha” transporta-nos para um espaço afetivo perdido no tempo, mas jamais esquecido.
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