A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho assinala, em maio, os 15 anos da sua constituição, promovendo a rede de 10 rotas cronológicas culturais, baseadas na história e nos bens patrimoniais da região.

Em causa está o projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo”, dinamizado em conjunto com os 10 municípios associados.
Esta ação visa ainda assinalar o Dia Internacional dos Museus, no sábado, com o objetivo de promover, junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos museus no seu desenvolvimento.
O “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo” integra as rotas de Arte Rupestre e do Megalitismo, dos Castros, do Romano, do Românico ao Gótico, dos Mosteiros, dos Descobrimentos, dos Castelos e Fortalezas, do Barroco, da Arquitetura Tradicional e a Rota do Moderno ao Contemporâneo.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.