O seminário "Igualdade e Interculturalidade: Alto Minho, um território acolhedor", terá lugar na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, no próximo dia 18 de dezembro.
O seminário, com início às 10h00, contará com a participação de diversos especialistas que abordarão diferentes temáticas relacionadas com o acolhimento e a integração de migrantes. Manoel Batista, presidente do Conselho Intermunicipal da CIM Alto Minho, Ana Monteiro, vogal do Conselho Diretivo da AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo, e Luís Nobre, presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, farão a sessão de abertura.
O primeiro painel vai ser moderado por Helena Loureiro, representante regional da Inovação Social 2030, que terá como tema “Políticas Públicas e Integração: Cidadania Mais Igual”. Entre os oradores confirmados destacam-se Maria de Jesus Barros, diretora do Centro de Emprego do Alto Minho, Sandra Araújo, coordenadora da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza, e Manuel Antunes Cunha, docente na Universidade Católica Portuguesa de Braga.
No período da tarde, o segundo painel, sob a moderação de Andreia Fernandes, abordará as “Dinâmicas Territoriais de Integração dos Migrantes: Cultivar a Diversidade”. Os temas incluirão o Plano Municipal de Integração de Migrantes, apresentado por Carlota Borges, vereadora da Câmara Municipal de Viana do Castelo, iniciativas como o MEERU Aproxima – Cidadãos Ativ@s, com Isabel Silva, cofundadora da MEERU/Abrir Caminho, e experiências como o Centro para as Migrações do Fundão e o Gabinete para a Inclusão e Diversidade Cultural, apresentados por Filipa Batista, coordenadora do Centro para as Migrações no Fundão. A síntese dos trabalhos estará a cargo de Maria José Casa-Nova, perita e docente na Universidade do Minho.
Este seminário marca o encerramento do projeto AMAM – Rede de Apoio a Migrantes no Alto Minho, financiado pelo Programa FAMI – Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração. Desenvolvido pela CIM Alto Minho, em parceria com os municípios, o projeto teve como objetivo a criação de um modelo de intervenção integrado para promover a integração plena dos Nacionais de Países Terceiros (NPT) no território do Alto Minho.
O programa completo do seminário e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da CIM Alto Minho.
A participação é gratuita, mas requer inscrição prévia.
O executivo da Câmara Municipal de Viana do Castelo, presidido por Luís Nobre, reúne-se hoje, 17 de março, às 15h00, no Salão Nobre da Câmara, para uma reunião ordinária com uma agenda diversificada de decisões para o concelho.
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) apresentou, na segunda-feira, na Cidade do Futebol, o projeto Pintar Portugal, uma iniciativa que pretende criar Fan Zones em todo o território nacional, com o apoio das Associações Distritais e Regionais e das autarquias. O objetivo é mobilizar municípios e adeptos para apoiar a Seleção Nacional no Campeonato do Mundo 2026.
A Paróquia de Cardielos, em Viana do Castelo, vai realizar no próximo domingo, 22 de março, às 10h30, a tradicional Procissão do Senhor dos Passos, uma das principais expressões da Quaresma na região.
O Município de Valença associa-se às comemorações do Dia Mundial da Saúde Oral, que terão lugar no próximo dia 20 de março, no Agrupamento de Escolas Muralhas do Minho, numa iniciativa promovida pela Ordem dos Médicos Dentistas, em parceria com a Câmara Municipal de Valença, o Ayuntamiento de Tui e os Colégios Oficiais de Médicos Dentistas de Pontevedra y Ourense, Lugo e A Coruña.
Viana do Castelo prepara-se para acolher mais uma edição do Duatlo de Viana, que terá lugar no domingo, 29 de março de 2026, com partida marcada para as 10h00.
Está a decorrer em Viana do Castelo a sessão distrital do Parlamento dos Jovens – Ensino Secundário 2026, reunindo estudantes de várias escolas do distrito para dois dias de debate parlamentar em torno do tema “Literacia Financeira: os jovens CONTAM!”.
O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), Paulo Raimundo, criticou ontem a privatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, considerando que o processo representou “um espelho dos crimes económicos que se fizeram e de outros que estão na calha”.