A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) apresenta no próximo dia 25 de outubro, no Teatro Valadares, em Caminha, a “Estratégia Alto Minho 2030”, enquadrada no contexto da preparação do próximo período de programação dos fundos estruturais da União Europeia e que terá incidência no desenvolvimento do território da NUTS III Alto Minho.
A sessão de abertura está marcada para 09h30 e irá contar com as intervenções do presidente da Câmara Municipal de Caminha, Rui Lages, do presidente da CIM Alto Minho, Manoel Batista; e do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-n), António Cunha.
Seguir-se-á um painel dedicado à temática “Desafios, oportunidades e perspetivas para o Alto Minho 2030”, moderado pelo diretor-adjunto do Jornal de Notícias, Pedro Ivo Carvalho, e com os seguintes oradores: Paulo Queiroz, que abordará a temática “O Processo e A Proposta: Revisitação da Estratégia Alto Minho 2030”; Celso Carvalho, que falará sobre o “Plano de Ação Empreendedorismo e Competitividade Territorial”; Jorge Costa, que apresentará o “Plano de Ação para a Promoção do Turismo Sustentável Alto Minho 2030”; Isabel Malheiro Araújo, com uma intervenção sobre “A importância do alinhamento das Estratégias com os ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”; e Júlio Pereira, sobre as “Perspetivas para os territórios NUT III no contexto do POR Norte 2030 “.
Pelas 11h30, realiza-se uma mesa redonda que procurará responder à questão “Que futuro para o Alto Minho?”, contando com a participação de especialistas representativos de vários setores e personalidades com ligações afetivas ou que conhecem bem o Alto Minho, são eles: Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa; Carlos Pereira, investigador em Ciências Médicas e da Saúde, na Universidade da Suécia; e Silvia Correia, da Creative Zone.
O encerramento dos trabalhos está previsto para as 12h30, com a ministra da Coesão Territorial Ana Abrunhosa.
O programa detalhado da conferência de apresentação da “Estratégia Alto Minho 2030” e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da CIM Alto Minho em www.cim-altominho.pt.
Esta conferência insere-se no ciclo de conferências “Alto Minho 2030”, que está a ser dinamizado pela CIM Alto Minho no âmbito do projeto “Mobilização e Especialização Estratégica – Alto Minho 2030 – Planear Para Intervir”, cofinanciado pelo Norte 2020 (Programa Operacional Regional do Norte), sendo igualmente cofinanciada pelo POAT 2020 (Programa Operacional de Assistência Técnica 2020), com o projeto “Divulgação e Promoção dos Projetos e Investimentos desenvolvidos com o apoio dos FEEI – Portugal 2020 na CIM Alto Minho”.
O projeto BioRegisto, iniciativa de ciência cidadã promovida pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, já ultrapassou as 1.000 espécies identificadas, somando igualmente 4.500 observações submetidas e cerca de 400 utilizadores registados, entre público geral e comunidade escolar.
A 5.ª edição da campanha “Nós Por Vocês”, promovida pelo Guarda Nacional Republicana, através do Comando Territorial de Viana do Castelo, decorre até quinta-feira, no quartel de Viana do Castelo.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana marca presença na Conferência Internacional de Teatro da European Theatre Convention (ETC), que decorre entre 23 e 26 de abril, na cidade de Gotemburgo, na Suécia, sob o tema “Open To The World”. O encontro reúne centenas de profissionais das artes performativas de mais de 30 países europeus para debater o papel do teatro num contexto de transformação política, social e cultural.
O Departamento Diocesano da Pastoral do Ensino Superior de Viana do Castelo promove, no próximo dia 4 de maio, uma tertúlia dedicada ao tema “Ética Profissional e Valores Cristãos”, a realizar-se às 18h30, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), situada junto à Praia Norte, em Viana do Castelo.
A emblemática escultura “Cervo”, situada em Vila Nova de Cerveira e da autoria do mestre José Rodrigues, foi novamente alvo de um ato de vandalismo, apenas dezoito meses após ter sido alvo de uma intervenção de beneficiação e reabilitação.
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A REN afirmou no parlamento que os investimentos considerados “base” nas redes de eletricidade e gás são essenciais para garantir o funcionamento do sistema, deixando ao Governo a decisão sobre projetos complementares ligados à transição energética.