O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, foi selecionado para uma visita EU Councillors a Bruxelas, no âmbito do projeto «Construir a Europa com os Eleitos Locais».

O objetivo passa por aprofundar o impacto das políticas da União Europeia na comunidade local, formando elementos ativos da União Europeia localmente, através de iniciativas diversas, mas também incentivando ao envolvimento dos jovens para com o projeto europeu.
Durante dois dias (23 e 24 janeiro), os membros BELC (eleitos locais) participaram em reuniões temáticas sobre o funcionamento das instituições, os projetos a desenvolver, os programas com replicação nos concelhos em diferentes áreas, a Política de Coesão, o Pacto Ecológico Europeu da UE e as suas implicações para a política de ambiente e adaptação às alterações climáticas; a economia circular, os desafios da PAC – Contribuição do Plano Estratégico da PAC para o desenvolvimento sustentável das áreas rurais em Portugal, a Transição para um turismo mais responsável e sustentável na EU, o acesso à educação, incluindo educação para sustentabilidade ambiental e digitalização.
A representação de Vila Nova de Cerveira como membro ativo deste projeto é, para o Presidente da Câmara Municipal, um compromisso com o projeto mais amplo que é a União Europeia, “uma herança que devemos continuar a defender e fortalecer, pois o futuro apresenta-se desafiador e temos de estar unidos para o enfrentar e vencer”. Rui Teixeira sublinha que “o Município cerveirense está perfeitamente alinhado a Europa, com vários projetos europeus em curso, que permite a partilha de conhecimento, experiência e boas práticas com dezenas de cidades e instituições do ‘velho continente’. Temos sabido aproveitar as várias oportunidades que vão surgindo em prol do desenvolvimento do concelho, e estes dias aprofundaram-se temáticas plasmadas na nossa estratégia municipal como a economia circular, a juventude, o ambiente, entre outras”.
«Construir a Europa com os Eleitos Locais» cria uma rede europeia de políticos locais eleitos, destinada a comunicar sobre a UE numa aliança sem precedentes entre o nível de governação europeu e local. Implementado em estreita cooperação com o Parlamento Europeu e a Rede de Conselheiros Regionais e Locais da UE do Comité das Regiões, o projeto permite aos políticos locais trabalhar em conjunto e disseminar informações sobre tópicos relacionados com a UE que dizem respeito aos seus eleitores a nível local, além de ajudar a impulsionar o envolvimento e promover debates sobre estas questões e sobre o futuro da Europa.
O Colégio do Minho celebrou 84 anos de existência num encontro que reuniu alunos, famílias, professores e responsáveis da instituição. A celebração destacou o percurso da escola, a preservação da sua identidade católica e a ligação à Diocese de Viana do Castelo, que se prepara para assinalar os 50 anos da sua criação.
A cooperação turística entre o Alto Minho e a Galiza esteve em destaque no XVIII Congresso Internacional de Turismo — ITC’26, que decorreu nos dias 1 e 2 de outubro, na Universidade de Vigo, com a participação de mais de uma centena de especialistas de quatro continentes.
A empresária Patrícia Martins, fundadora da CANEVI, recebeu a Medalha de Mérito Grau Prata do Município de Vila Nova de Cerveira, numa homenagem ao seu percurso no comércio de calçado e à aposta no empreendedorismo digital.
Portugal assinala esta segunda-feira, 5 de outubro, os 116 anos da Implantação da República, acontecimento que pôs fim à Monarquia Constitucional e abriu um novo ciclo na história do país.
Portugal garantiu o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações ao vencer a Noruega por 2-1, no Estádio do Dragão. A seleção nacional somou a quarta vitória em quatro jornadas, num encontro em que João Cancelo e Gonçalo Ramos marcaram os golos da reviravolta.
O filme “O Legado em Cada Gesto – Romaria d’Agonia”, produzido pela VianaFestas, conquistou o Silver Award na categoria Tourism Products no Terres Travel Festival – Films & Creativity 2026, realizado em Tortosa, Espanha.
Chamemos-lhe António. Tem 82 anos. Não existe exatamente — ou, melhor, existe em muitos dos doentes que se sentam à minha frente.