O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, assinou, esta segunda-feira, o protocolo de colaboração para a implementação do Caminho da Arte nos Caminhos de Santiago, projeto que vai instalar 60 obras de arte contemporânea de artistas nacionais e internacionais, ao longo dos 261 quilómetros que ligam a Sé do Porto à Catedral de Santiago de Compostela, na Galiza, propondo-se a criar “a maior estrada de arte do mundo”.

Promovido pela Lionesa – Associação de Arte, Cultura e Turismo, com o apoio dos municípios portugueses que os Caminhos de Santiago percorrem, da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e do Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP), o projeto pretende “valorizar os Caminhos de Santiago, acrescentando-lhes Arte do século XXI”. “O cruzamento do património histórico e cultural, material e imaterial, existente, dos Caminhos de Santiagos, com a arte contemporânea, contribuirá para a valorização artística e cultural dos Caminhos de Santiago e consequentemente para o aumento e qualificação do Turismo da Região e dos territórios que o projeto atravessa”, lê-se no documento assinado na sede do Turismo do Porto e Norte, no Castelo de Santiago da Barra, em Viana do Castelo.
Trata-se de um projeto cultural que se prolongará no tempo, prevendo-se que ainda este ano seja instalada a primeira obra de arte. O objetivo é ir instalando as 30 peças previstas para o troço português do Caminho para Santiago de Compostela, e as restantes 30 no troço galego.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, este é um “projeto que se enquadra perfeitamente na estratégia turístico-cultural delineada para o concelho para os próximos anos”. “Queremos dar o nosso contributo para potenciar o Caminho Português da Costa, e associar-lhe o cariz artístico, sendo nós reconhecidos como a ‘Vila das Artes’, é um orgulho integrar este projeto”, assegura.
Os municípios parceiros – Esposende, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valença, Viana do Castelo, Vila do Conde e Vila Nova de Cerveira – definem ainda, em protocolo, que “envidarão esforços no sentido de concretizar uma candidatura do Caminho da Arte a fundos europeus, nomeadamente POCTEP, INTERREG e Portugal 2023, mas também na procura de mecenato”.
Reconhecido como “o primeiro itinerário cultural europeu e uma das marcas identitárias da Europa”, o Caminho Português foi, no ano de Jacobeu de 2022, o segundo Caminho de Santiago mais percorrido pelos peregrinos.
Os Caminhos de Santiago são uma rota milenar seguida por milhões de peregrinos desde o início do século IX, quando foi descoberto o sepulcro do apóstolo Santiago. O Caminho Português da Costa atravessa os concelhos do Porto, Matosinhos, Maia, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Esposende, Viana do Castelo, Caminha, Vila Nova de Cerveira e Valença.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.