Absorvida a informação histórica, de vieira ao peito e de credencial na mão (elementos criados especificamente para este dia), 25 crianças de Vila Nova de Cerveira já estão aptas para se tonarem peregrinos de Santiago de Compostela. Pelo menos, a experiência foi vivida intensamente ao longo do dia de hoje, com direito a carimbar o momento!

‘Passinho a passinho, se faz o Caminho’. A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, através da Biblioteca Municipal, dinamizou um conjunto de atividades lúdico-pedagógicas em torno da comemoração do Dia de Santiago (25 de julho), associada à transmissão e vinculação patrimonial.
Após as boas-vindas, o dia começou com uma visita ao Banco do Peregrino, seguindo-se a descoberta de algumas setas que indicam o Caminho Português da Costa. Seguindo-as, o grupo chegou ao marco Km134 para uma Hora do Conto especial, com a leitura da obra ‘O Camiño’.
Regressados à Biblioteca Municipal, eis que o Professor de Artes, Alberto Ferreira, liderou uma atividade com recurso ao barro, criando elementos sui generis como a vieira e o carimbo. Depois, cada criança recebeu uma vieira que, devidamente pintada com o símbolo e identificada com o nome, foi colocada ao peito orgulhosamente.
Mas, os desafios e as surpresas ainda continuaram no período da tarde, após um divertido piquenique no Jardim Solar dos Castros. Ao sair rumo ao Antigo Hospital dos Peregrinos – hoje Igreja da Misericórdia – eis que o grupo de separa com um peregrino alemão, e que partilhou um pouco da sua experiência e expetativa para chegar a Santiago.
De portas fechadas, a visita ao interior do Castelo D. Dinis suscitou enorme interesse, não fosse o Património um elo tangível que nos une com o passado. Para Cerveira, este monumento é um legado patrimonial inalienável que, perante o interesse manifestado pelas gerações vindouras, merece estar ao serviço da comunidade e dos turistas. Já na Igreja da Misericórdia, o Arquiteto Municipal, Jorge Martins, fez um enquadramento histórico do edifício, da sua função há uns séculos atrás, e deu a conhecer o ‘cofre das 7 chaves’, onde em tempos se guardava o carimbo, entre outros adereços, cativando a atenção e umas quantas questões às crianças.
E se o objetivo da atividade era dar a viver a aventura de ser peregrino, cada criança recebeu uma credencial em branco, sendo desafiados a preenchê-la. E assim foram à descoberta de alguns espaços comerciais do centro histórico, carimbando o documento.
De regresso ao ponto de partida, a Biblioteca Municipal, o dia terminou com o testemunho de dois peregrinos – Adelaide Graça e Paulo Castro -, suscitando curiosidade consubstanciada numa panóplia de perguntas!
Quem sabe se depois deste despoletar de vivência para o Caminho de Santiago, estes mini peregrinos não se tornarão em peregrinos num futuro muito próximo? Uma vez peregrino, peregrino para sempre!
A terceira edição do Acampamento Juvenil Diocesano (JUBIGO) vai decorrer entre 28 de julho e 1 de agosto, nos arciprestados de Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira. A iniciativa deverá reunir centenas de jovens provenientes de diferentes pontos da Diocese de Viana do Castelo.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo iniciou a demolição do antigo acampamento de Vila Nova de Anha, depois de ter realojado as famílias que ali residiam em habitações municipais.
Dois músicos ligados a algumas das mais prestigiadas orquestras europeias atuam este domingo, 26 de julho, no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira, no encerramento da segunda edição do Festival Terras de Cervaria.
A árbitra Filipa Pereira Cunha, natural de Valença, foi nomeada pela UEFA para dirigir um encontro da primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões feminina.
A K-Bridge, uma plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida por três estudantes do Politécnico de Viana do Castelo, venceu a fase regional da 22.ª edição do Poliempreende. O projeto vai representar a instituição na final nacional do concurso, marcada para setembro, na Universidade do Algarve.
A redução do número de incêndios e a melhoria da resposta operacional não evitaram que cerca de 271 mil hectares ardessem em Portugal em 2025. A Quercus alerta que a vulnerabilidade da paisagem continua por resolver e defende uma aposta mais forte na prevenção.
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