A ministra da Habitação, Marina Gonçalves, esteve no concelho de Monção, tendo visitado o futuro Centro de Alojamento Temporário (CAT), em construção na freguesia de Cambeses.
A apresentação do projeto, a cargo do arquiteto José Eduardo Vaz, teve lugar no Centro Pastoral de Cambeses, seguindo-se um percurso pedonal até ao CAT, localizado a uma distância inferior de 100 metros. No local, a comitiva tomou contacto com o andamento da obra.
Visivelmente satisfeita, Catarina Lourenço, autarca de Cambeses, referiu a importância da estrutura como “uma valiosa resposta habitacional às pessoas mais vulneráveis”, sublinhando que “o direito à habitação é uma necessidade fundamental para uma vivência digna”.
António Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Monção, acabado de chegar de Lisboa, onde participou na apresentação do Programa de Construção, Recuperação e Reabilitação das Escolas Públicas, referiu que projetos estruturantes, como este, nascem e desenvolvem-se com base na vontade e paixão dos eleitos locais. “É a dedicação e voluntarismo dos autarcas das freguesias que contribui para a transformação dos seus territórios, dando qualidade de vida às respetivas populações “ disse António Barbosa, enaltecendo “o papel das parcerias na criação de projetos essenciais para as pessoas”.
Marina Gonçalves destacou o “bom exemplo de parceria existente em Monção” e realçou que “a política de habitação é um objetivo estratégico do país que, como se comprova em todo o território nacional, está a ganhar forma com investimentos palpáveis no terreno”.
O CAT destina-se a albergar pessoas mais vulneráveis e com necessidade urgente e temporária de habitação (sem-abrigo, imigrantes, vitimas de violência doméstica) ou famílias afetadas por acontecimentos inesperados ou imprevisíveis (catástrofes naturais, incêndios ou pandemias).
O projeto, avaliado em 131.981.89 euros, é cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Programa “Recuperar Portugal”, inserido na Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário (BNAUT). A Câmara Municipal de Monção comparticipa com 25 mil euros.

Portugal continental vai começar a sentir na manhã de sábado os efeitos da depressão Marta, que vai trazer chuva intensa, vento forte, agitação marítima e neve nas zonas mais altas. O alerta é do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que prevê condições adversas especialmente nas regiões do Sul e do Centro.
O GD Areosense acaba de lançar um novo projeto desportivo no clube: a equipa de Walking Football. Esta variante do futebol tem como objetivo incentivar a prática desportiva entre pessoas com mais de 50 anos, promovendo saúde, bem-estar e convívio social.
Monção prepara-se para receber, nos dias 21 e 22 de fevereiro de 2026, mais uma edição do Rali à Lampreia, um dos eventos mais emblemáticos do concelho, que combina a emoção do desporto automóvel com a tradição gastronómica local. O evento terá lugar na Praça Deu-la-Deu, reunindo participantes e visitantes numa celebração única da cultura e dos sabores de Monção.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai realizar duas sessões públicas de apresentação da proposta de alteração ao Plano de Urbanização da Cidade, atualmente em período de discussão pública. A iniciativa pretende esclarecer a população e recolher contributos para o documento que orienta o desenvolvimento urbano do concelho.
Um castro da Idade do Ferro, posteriormente romanizado, foi identificado em Arcos de Valdevez após a primeira escavação científica realizada no local. O sítio arqueológico, designado Castro de Eiras, apresenta elevado potencial científico e patrimonial.
Os trabalhos de conservação em curso na Ponte Eiffel, em Viana do Castelo, vão estar suspensos esta noite, informou a Infraestruturas de Portugal (IP). Como consequência, não será realizado o corte de trânsito automóvel habitualmente previsto para o período noturno.
O Dia de São Valentim vai ser celebrado de forma única em Viana do Castelo com o workshop “Coração de Filigrana”, que se realiza no sábado, 14 de fevereiro, entre as 14h30 e as 18h30, no Hotel D. Aninhas. A iniciativa permite à comunidade aprender a arte da filigrana certificada, uma das expressões mais marcantes da Romaria d’Agonia.