A Câmara Municipal de Caminha inaugurou a obra de requalificação dos Paços do Concelho, num investimento superior a 300 mil euros.

Sobre a obra, o Presidente da Câmara Municipal de Caminha, Rui Lages. disse: “uns dirão que está igual, outros dirão que parece nada ter sido feito, outros até poderão criticar o investimento, mas, a verdade é que, a intenção era mesmo não mudar nada”, acrescentando “esta foi uma obra gerida com pinças e com muita dedicação. Substituímos na integralidade o telhado, restauramos portas e janelas, substituímos os soalhos, tratamos com os melhores produtos os belíssimos tetos destes salões, conservamos os apainelados laterais dos salões, substituímos toda a cabelagem elétrica, colocamos um sistema contra incêndios. Tudo isto, numa obra de relojoaria fina por forma a que este nosso belíssimo edifício não perdesse o seu glamour, a sua beleza, a sua história e a sua identidade”.
O Edifico dos Paços do Concelho é um dos ícones da vila de Caminha. Este edifício foi alvo de infiltrações de água significativas ao longo de vários anos, que originaram várias patologias e danos no seu interior, como por exemplo nos pavimentos de madeira, nas caixilharias exteriores, tetos e paredes em gesso cartonado, entre outros, tornando-o praticamente inutilizável. Dada a importância deste edifício para a população, a Camara Municipal de Caminha decidiu proceder à sua requalificação, uma intervenção que ultrapassa os 300 mil euros.

Os trabalhos englobaram: a substituição do teto em estafe existente no hall de entrada e no corredor principal, que se encontrava em avançado estado de degradação, por um novo teto em gesso cartonado; foi reparada a estrutura das duas claraboias existentes e substituídos os vidros das mesmas, por novos vidros com características mais adequadas à respetiva estrutura de suporte (laminados); as caixilharias exteriores em madeira foram reabilitadas, envernizadas e pintadas, com materiais adequados e com aspeto idêntico ao anteriormente existente; também foram pintados todos os paramentos interiores, designadamente tetos e paredes, que apresentavam em diversos locais indícios de infiltrações, nomeadamente escorrências, manchas e fungos em grandes quantidades. No que se refere às carpintarias interiores, verificava-se que no salão nobre, na sala de reuniões (voltada a Praça Conselheiro Silva Torres) e no gabinete contiguo, o empolamento e apodrecimento do pavimento em diversas zonas, tendo sido substituído. Também os lambrins de madeira existentes nestes espaços foram alvo de trabalhos de manutenção e conservação.
Foram ainda instalados equipamentos de ar condicionado no salão nobre e na sala de reuniões contigua, assim como, se procedeu à remodelação e retificação de parte da infraestrutura elétrica e de telecomunicações existente. Foi ainda implementada uma rede de deteção de incêndio, que não existia no edifício, e que se afigura assumir caracter primordial, visto tratar-se de uma construção com bastantes elementos de madeira, quer ao nível estrutural (cobertura) quer ao nível arquitetónico e ornamental como os tetos, paredes e pavimento do salão nobre, sala de reuniões e gabinete contíguos.
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