Foi aprovado, por unanimidade, em reunião ordinária de executivo, um apoio de 100.000 euros por parte da Câmara Municipal de Viana do Castelo para a requalificação do Bloco de Partos do Hospital Público de Viana do Castelo, também conhecido como Hospital de Santa Luzia.

A proposta “Apoio ULSAM – Requalificação dos Blocos de Partos do SNS”, hoje votada, indica que a Unidade de Saúde do Alto Minho, E.P.E. submeteu uma candidatura no âmbito do Programa de Incentivo Financeiro à Qualificação dos Blocos de Parto do Serviço Nacional de Saúde para construção de um Bloco de Partos no Hospital Público de Viana do Castelo.
O Vereador da Promoção da Saúde, Ricardo Rego, explica que, “tendo resultados clínicos excelentes, referenciados como exemplo na área do diagnóstico pré-natal, com reconhecido mérito por parte de outras instituições e pela tutela, a Maternidade de Viana necessita de requalificar o seu Bloco de Partos no sentido de melhorar a qualidade, a equidade a segurança e a eficiência no atendimento das grávidas e recém-nascidos”.
A proposta considera, assim, de “extrema importância” esta reestruturação no Serviço de Maternidade da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, “almejando evidenciar ainda mais esta entidade como sendo uma referência na Região Norte, no âmbito prestação de Cuidados de Saúde em geral”.
Por isso mesmo, uma vez que a candidatura foi aprovada e considerando que constituem atribuições dos Municípios a promoção e salvaguarda dos interesses próprios das respetivas populações, nomeadamente no domínio da Saúde, o executivo aprovou agora a cedência de apoio financeiro para comparticipar a requalificação do Bloco de Partos.
Refira-se que, no Plano de Atividades e Orçamento de 2024 para Câmara Municipal de Viana do Castelo, a rubrica de Saúde garantiu um aumento superior a 118 mil euros relativamente a 2023, representando 2,4 M milhões de euros (2,6%) nas GOP’s – Grandes Opções do Plano. Um dos objetivos evidenciados na rubrica de Saúde é a qualificação das instalações e dos equipamentos de saúde existentes, adaptando estes equipamentos aos novos modelos de prestação de cuidados de saúde, assegurando melhores condições de acessibilidade, qualidade, conforto e segurança para utentes e profissionais, incluindo, em articulação com a ULSAM, um programa para requalificação e ampliação do hospital distrital, que garanta ganhos na qualidade dos serviços prestados e a implementação de novas valências/serviços de saúde.
A organização da Romaria d’Agonia suspendeu temporariamente o processo de inscrições para o Desfile da Mordomia, após detetar um número considerado anormal de acessos à plataforma digital.
O Santa Luzia FC vai avançar com a organização da primeira edição do 24 Horas Futsal – Summer Edition 2026, uma nova competição de verão que pretende afirmar-se como referência no calendário do futsal regional e atrair equipas de diferentes pontos do país e da Galiza.
O Município de Ponte de Lima está a reforçar a sua intervenção social com a implementação do projeto “Projetos Inovadores para a Inclusão Ativa – Ponte de Lima 2030”, uma iniciativa que aposta na proximidade para apoiar cidadãos em situação de maior vulnerabilidade.
A Comunidade de Energia Renovável de Caminha (CERCAMINHA) vai avançar com cinco freguesias e prevê, no futuro, abrir-se à participação de munícipes, empresas e outras entidades locais, anunciou a Câmara Municipal.
Vila Nova de Cerveira encerra o exercício financeiro de 2025 com resultados positivos e uma execução orçamental que o executivo municipal considera demonstrativa de “solidez e visão estratégica” na gestão autárquica.
A Assembleia Municipal de Paredes de Coura aprovou, por maioria expressiva, os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal relativos a 2025, ano em que a receita fiscal ultrapassou os 100% de execução.
A associação ambientalista Quercus manifestou preocupação com o atraso na disponibilização dos apoios financeiros destinados à limpeza de terrenos nos concelhos afetados pela tempestade Kristin. A cerca de dois meses do fim do prazo legal, fixado em 30 de junho, a organização questiona o Governo sobre a ausência dos vales prometidos, no valor entre 1000 e 1500 euros por hectare.