A empresa Coindu S.A., fundada em 1988, dedica-se à produção de capas para assentos de automóveis de marcas como Lamborghini, Audi, BMW, Porsche, Ford, Mini, Suzuki, entre outras. A Coindu S.A., recentemente comprada pelo grupo italiano Masttroto, tem fábricas em Famalicão e Arcos de Valdevez, receitas superiores a 250 milhões de euros e mais de 2.200 funcionários.

Segundo, António Cândido Pinto, presidente do conselho de administração, o grupo obteve mais de 700 milhões de euros, só a fábrica de Joane representou metade desta faturação. O administrador, em declarações à imprensa, no ano passado, apelava que precisava de aumentar a capacidade de produção e que não consiga atrair trabalhadores. Mencionava a intenção de expandir as unidades industriais.
O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda teve conhecimento que a empresa se prepara para o encerramento da fábrica de Arcos de Valdevez e consequente despedimento de cerca de 350 trabalhadores. Sabemos que o sindicato que representa estes trabalhadores refere que todo este processo foi levado a cabo “sem qualquer informação e consulta aos trabalhadores, numa completa ilegalidade sem que qualquer ação das autoridades competentes”.
A intenção de encerrar a unidade fabril de Arcos de Valdevez não é nova, em 2022, a empresa ponderou encerrar e recebeu ao abrigo do PRR 4 milhões de euros. No ano passado a Coindu despediu 103 trabalhadores.
O Bloco de Esquerda está solidário com estes trabalhadores e trabalhadoras e considera inaceitável a forma como uma empresa que não só anuncia falta de mão de obra em 2022, como lhe é aprovada uma recapitalização no contexto do Plano de Recuperação e Resiliência Nacional, sendo considerada uma empresa viável, pode vir agora efetuar um despedimento coletivo.
No documento entregue na Assembleia da República o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda pretende saber que acompanhamento da situação tem o governo feito, que medidas serão tomadas para assegurar os postos de trabalho dos trabalhadores e que apoios diretos e indiretos tem beneficiado a empresa nos últimos anos.
O SC Vianense alcançou este sábado uma importante vitória (1-2) no terreno do Varzim SC, líder da Série A da Liga 3 antes do início da quinta jornada.
O Santa Luzia FC entrou na Liga Feminina Placard com uma exibição positiva, mas acabou derrotado pelo Atlético CP, por 0-2, no Pavilhão José Natário, em Viana do Castelo. A equipa orientada por Miguel Oliveira discutiu o encontro até ao fim, criou oportunidades para marcar e encontrou em Lele, guarda-redes da formação lisboeta, uma das principais figuras da partida.
O monsenhor Manuel José da Costa Azevedo Vilar, pároco da freguesia da Meadela, em Viana do Castelo, morreu este domingo, aos 82 anos. A informação foi divulgada pela Diocese de Viana do Castelo.
A Praça Alto Minho, em Vila Nova de Cerveira, recebe, entre 11 e 13 de setembro, a quinta edição do Festival da Pizza. Durante três dias, o evento vai combinar gastronomia, música, cultura e animação, recriando no centro da vila um ambiente inspirado no espírito italiano.
Cláudia Loureiro terminou a licenciatura em Gestão na Universidade Politécnica de Viana do Castelo depois de estudar em Macau e participar num projeto internacional apresentado no Equador. Aos 20 anos, concluiu o curso nos três anos previstos.
Uma embarcação de alta velocidade, de bandeira espanhola, foi apreendida pelas autoridades depois de ter ficado à deriva a cerca de 60 milhas náuticas a oeste de Viana do Castelo. As três pessoas que seguiam a bordo foram resgatadas por um navio mercante.
A investigação ao furto de uma carteira no interior de uma residência, em Ponte de Lima, levou a GNR a identificar dois jovens, de 19 e 21 anos, e terminou com a detenção de um deles por tráfico de estupefacientes.