A Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Viana do Castelo, reuniu com a Associação de Pescadores Profissionais e Desportivos de Vila Praia de Âncora. Esta reunião teve como ponto principal a remodelação do portinho de Vila Praia de Âncora, reivindicação, com aproximadamente uma década, dos pescadores daquela localidade do concelho de Caminha, e que recentemente, foi posta em causa.

O assoreamento do porto de pesca de Vila Praia de Âncora é um problema que se arrasta há anos, sem que os sucessivos governos atuem de forma célere para que sejam realizadas as necessárias intervenções para garantir as condições para a navegação em segurança. As más condições de navegabilidade no porto de pesca têm impedido os pescadores de sair para o mar em muitos dias nos quais as condições climatéricas são propícias para a sua atividade. Esta situação resulta na redução dos rendimentos dos pescadores e das suas famílias e impede a chegada de pescado fresco à lota local com maior frequência.
A 7 junho de 2024, a dois dias das eleições Europeias, numa reunião com a Secretária de Estado das Pescas, em que esteve presente Liliana Silva, da coligação O Concelho em Primeiro (PSD, CDS, Aliança e PPM), foi garantido aos pescadores e comunicado pela própria coligação de que no Governo “tudo estão a fazer para resolver esta questão, deixando-nos o compromisso que conseguirão submetê-la corretamente, de forma a ser aprovada e não permitirem mais atrasos.”. Ora, é inexplicável como pouco mais de um mês depois, se dê o dito por não dito, e o projeto volte, uma vez mais, à estaca zero.
Este projeto que, para o Bloco de Esquerda, deveria ser prioritário para o desenvolvimento da região, já passou por várias fases, de estudos a apresentações de maquetes. Todo este processo é demonstrativo do esquecimento, falta de interesse e pouco conhecimento das características do Alto Minho, que os sucessivos governos e executivos têm tido em relação à nossa região.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).
As medidas de prevenção de incêndios rurais estiveram entre as mais bem classificadas na avaliação das propostas do projeto VC_CLIMAAX, apresentada na reunião do Conselho Municipal de Ambiente e Ação Climática de Viana do Castelo, realizada a 12 de outubro. A sessão permitiu também acompanhar a execução do Plano Municipal de Ação Climática.
A Juventude Viana conquistou a Taça do Minho de hóquei em patins, depois de vencer a ADJ Vila Praia B por 11-5 e beneficiar do empate do Cartaipense no recinto da AD Barcelos/Campo, por 2-2, na última jornada da competição.