Os bispos das Comissões Episcopais de Comunicação Social de Portugal e Espanha esperam da Igreja uma comunicação “proactiva”, certos de que só “antecipação informativa evita as fake news”.
No documento de conclusões do Encontro Ibérico que se realizou em Viana do Castelo, os responsáveis pelo setor das comunicações nas conferências episcopais de Portugal e Espanha sublinham que “quando não há comunicação verdadeira, transparente e oportuna, o espaço é ocupado por rumores”.
Em declarações aos jornalistas, o presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, de Portugal, reconheceu que, “muitas vezes” a Igreja “vai atrás da agenda em vez de a produzir”, afirmando que é necessário “abrir as suas portas, deixar que a comunicação flua”.
“As duas comissões episcopais reconhecendo isto, não podem deixar de apelar para que as várias estruturas o façam, que a comunicação da Igreja seja não tanto um correr a trás da comunicação de outros, mas tomar a dianteira no sentido de proporcionar aos jornalistas as informações necessárias”, indicou D. Nuno Brás.
No documento de conclusões, os participantes no Encontro Ibérico sublinham a “importância de estar próximo dos profissionais de informação e de facilitar encontros entre a Igreja e os comunicadores, conscientes da sua imprescindível tarefa”.
Como referências para a comunicação eclesial, os bispos de Portugal e Espanham apontam dimensões essenciais como a “escuta que exclui os preconceitos”, o “tempo necessário para uma comunicação de qualidade, o “diálogo como condição para um verdadeiro encontro” e a “análise que faz dos comunicadores interpretes de mundos complexos.
Nas proximidades da jornada de jejum e oração pela paz proposta pelo Papa Francisco para o dia 27, os bispos da comissões de comunicação social de Portugal e Espanha convidam “todos os meios de comunicação social à divulgação desta iniciativa, mostrando mais mensagens de paz do que imagens de guerra”.
“Rezamos pelos jornalistas que trabalham em cenários de guerra e que cumprem uma missão imprescindível numa sociedade livre”, afirma-se no comunicado final.
O Encontro Ibérico das Comissões Episcopais para as Comunicações Sociais decorreu nos dias 23, 24 e 25 de outubro e teve por tema “Sinodalidade e Comunicação”, apresentado pelos padres Antonio Pelayo, vaticanista espanhol correspondente de vários meios de comunicação de Espanha, e o padre Alexandre Palma, professor da Universidade Católica Portuguesa.
A REN afirmou no parlamento que os investimentos considerados “base” nas redes de eletricidade e gás são essenciais para garantir o funcionamento do sistema, deixando ao Governo a decisão sobre projetos complementares ligados à transição energética.
O Município de Paredes de Coura é um dos protagonistas da nova chamada nacional para a criação de um espetáculo de circo contemporâneo, uma iniciativa que reforça a aposta do concelho na inovação cultural e no apoio às artes performativas.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) iniciou, no passado dia 20 de abril, a Operação “Bom Caminho 2026”, uma iniciativa que se prolonga até 31 de outubro e que visa reforçar a segurança dos peregrinos que percorrem os principais itinerários jacobeus em Portugal.
O Conselho Estratégico do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular defendeu esta terça-feira, em Lugo, a simplificação da burocracia municipal como condição essencial para promover o investimento e reforçar a capacidade de resposta das cidades face às crises internacionais.
O António Zambujo apresenta o espetáculo “Oração do Tempo” no próximo dia 5 de dezembro de 2026, sábado, pelas 21h30, no Centro Cultural de Viana do Castelo.
Ponte da Barca prepara-se para receber mais uma edição da Festa das Tradições e do Mundo Rural, que decorrerá entre os dias 8 e 10 de maio, na Praça Terras da Nóbrega. O evento, que em 2026 surge renovado e com uma designação alargada, reforça a ligação às práticas agrícolas, à terra e à identidade rural do concelho.
Domingo Gastronómico regressa no próximo dia 26 de abril com uma edição inteiramente dedicada ao Cabrito à Serra Amarela, prato tradicional que integra a identidade gastronómica do concelho e da região do Minho.