Em cinco meses da Época Balnear 2023, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) registou, entre 01 de maio e 30 de setembro, 730 salvamentos, 1839 ações de primeiros socorros e 16 vítimas mortais nas praias portuguesas.

Em fim de época balnear e como resumo da mesma, a Autoridade Marítima Nacional, registou 16 acidentes mortais, dos quais cinco aconteceram em praias marítimas vigiadas e seis em praias vigiadas.
Fora da época balnear, ou seja, não vigiadas até à data do acidentes, houve dois acidentes mortais em praias marítimas e três acidentes mortais em zonas marítimas sem qualquer tipo de vigilância.
Em cinco meses foram registados 730 salvamentos e 1839 ações de primeiros socorros.
Nenhum dos acidentes mortais registados aconteceu em Viana do Castelo.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.