O presidente da Câmara Municipal de Viana, Luís Nobre, marcou hoje presença na sessão de abertura do I Encontro do Património Industrial do Alto Minho, que acontece até este sábado na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo (ESE - IPVC). No arranque dos trabalhos marcaram também presença o presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI), José Lopes Cordeiro, o presidente do Centro de Estudos Regionais (CER), José Carlos Loureiro, e o diretor da ESE-IPVC, César Meira de Sá.
O autarca vianense referiu que este “é um setor de interesse para os territórios, em particular para os que têm menos oportunidades, mas que têm grande riqueza”. Luís Nobre considerou mesmo que “o turismo temático é hoje um grande desafio para os territórios e todos temos de estar despertos para valorizar e apresentar os nossos ativos”.
O responsável afirmou que, em Viana do Castelo, “o setor do turismo tem crescido, num processo coletivo que faz todos ganhar”. Recordou que, durante a pandemia, foi lançada a Rede Municipal de Turismo, que inclui um variado programa de capacitação “que nos trouxe uma dinâmica que nos surpreendeu e nos permitiu trabalhar e crescer em conjunto com diversas entidades”.
No ano passado, Viana do Castelo registou uma forte recuperação do setor do turismo. Em 2022, o turismo na capital do Alto Minho conseguiu recuperar e superou os resultados da pré-pandemia, em 2019, que era considerado o melhor ano de sempre em termos turísticos.
Para isto contribuiu o trabalho que a Rede Municipal de Turismo tem desenvolvido com os agentes locais que operam no território e que permitiu que Viana do Castelo seja o 7º município da Região Norte com maior procura turística.
Já o presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial referiu que, “com este encontro, procuramos contrariar a ideia de que o Alto Minho não teve indústria”. “Viana do Castelo tem algumas particularidades no âmbito industrial. A Ponte Eiffel, por exemplo, é extremamente importante. Podemos dizer que, não tendo sido nem a primeira nem a única, tem uma relevância internacional por ter sido projetada pelo próprio engenheiro Gustave Eiffel”, frisou. “Esta é uma grande cartada que Viana do Castelo tem a jogar”, destacou, defendendo a “valorização da Ponte Eiffel e a eventual criação de um Centro de Interpretação” em torno da mesma.
O diretor da Escola Superior de Educação indicou que o património tem sido “parte integrante” da oferta formativa da escola de ensino superior e anunciou que, “em breve, financiado pelo PRR, abriremos uma nova oferta, em Serviços Educativos e Valorização do Património”.
O responsável considerou que este primeiro encontro é “muitíssimo importante porque é preciso consciencializar, defender, valorizar e promover o património, até como fator de pertença da comunidade onde está inserido”.
Este sábado, no âmbito deste I Encontro, será assinado um acordo de colaboração para a integração da Rota da Cerâmica de Alvarães na rede nacional do Turismo Industrial. Este percurso interpretativo será o primeiro no distrito de Viana do Castelo a integrar a rede nacional do Turismo Industrial, contando com uma extensão de 15,6 quilómetros e passando por 13 pontos de interesse industrial, cultural e ambiental.
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Ponte da Barca vai celebrar o 52.º aniversário da Revolução dos Cravos com um programa que cruza cerimónia institucional e iniciativas culturais, evocando a liberdade e a democracia conquistadas em 25 de abril de 1974.
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