Neste festival de natureza onde a sustentabilidade marca lugar “não há bilhetes, nem pulseiras”. Os participantes do “I Am Nature Fest” que começa no dia 26 de agosto e decorre até ao dia 3 de setembro, vão receber bolas de sementes de plantas autóctones para espalhar pela natureza.

A ideia partiu da organização para ajudar na propagação controlada de plantas importantes para este território e pretende passar a mensagem de que o turismo e a natureza precisam de equilíbrio e moderação.
As atividades em cartaz são limitadas a um determinado número de participantes
precisamente para reduzir o impacto provocado no meio ambiente onde se inserem e para que a mensagem de sustentabilidade seja transmitida.
Segundo Isabel Sousa, da Explore Iberia, empresa que integra a organização deste evento, “só se pode celebrar a natureza se houver respeito pela mesma e se o turismo causar cada vez menos impacto”, por isso é que a sustentabilidade e a responsabilidade das empresas envolvidas é tão importante.
O festival começa no dia 26 de agosto e decorre até dia 3 de setembro e durante este período serão muitas as de baixo impacte ambiental, focadas na partilha de aprendizagens, desde as caminhadas diurnas/noturnas e aquáticas, arvorismo, visitas interpretadas, observação de animais, conversas temáticas com especialistas, ateliers com base na natureza, artesanato, jogos de tabuleiro, arqueologia, música e muito mais, sendo obrigatória a inscrição em todas as atividades em que se queira participar.
O programa está dividido em três segmentos:
– A’Cerca do Minho – atividades de interpretação e aprendizagem.
– Conversas A’Cerca do Minho – momentos de partilha informal com vários especialistas nos mais diversos temas, como, segurança na natureza, arqueologia subaquática, escolas e a natureza, e entre outros.
– Sentir o Minho – com atividades de baixo impacte ambiental promovidas pelas empresas de animação turística do Minho.
Este festival é promovido pelo Consórcio Minho Inovação e está prevista no âmbito da ação 1 – Estruturação da oferta Cycling & Walking no Minho, do projeto PA5. Turismo de Natureza/Náutico – Naturminho II, aprovado no âmbito do Norte 2020 – Estratégias de Eficiência Coletiva PROVERE – Projetos Âncora.
Inscrições através do site: wwww.iamnature.pt
Redes Sociais: https://www.facebook.com/ialtominhonature
https://www.instagram.com/iamnaturefest/
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.