A Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), há mais de 20 anos que leva a cabo a Campanha de Prevenção de Afogamentos de Crianças e Jovens, e em conjunto com a Guarda Nacional Republicana (GNR), lança pelo terceiro ano consecutivo, a Campanha de Prevenção de Afogamentos, alertando para a forma de ocorrência deste acidente: A morte por afogamento é rápida e silenciosa!

O objetivo é sensibilizar as famílias para a importância das regras de segurança a respeitar junto da água, nomeadamente, nas praias, rios, barragens, piscinas ou tanques e dar-lhes a informação certa para que possam proteger as suas crianças e alertar para a ínfima quantidade de água que é suficiente para que o afogamento de uma criança ocorra.
No último triénio de que havia números apurados (2017-2019), a média de mortes por ano era de 7,3.
Assustadoramente, essa média mais que duplicou no triénio 2020-2022: 15 mortes por ano. Foram 45 crianças que, neste período, perderam a vida num acidente perfeitamente evitável, na maioria das vezes.
A APSI e a GNR em conjunto pretendem sensibilizar e evitar que haja mais vítimas. Não se pode manter o silêncio, quando o número de mortes aumenta significativamente e quando as chamadas para o 112 e reencaminhadas para o INEM (por afogamento e acidente de mergulho) acompanham esta tendência devastadora.
Para o efeito, a Campanha de Prevenção de Afogamentos de Crianças e Jovens de 2024, com a chancela de qualidade da Havas Portugal, alerta para a diminuta quantidade de água que é suficiente para que o afogamento de uma criança aconteça, bem como chama a atenção da sociedade para este problema de saúde pública.
Em complemento, e pelo 3.º ano consecutivo, os militares da GNR estarão no terreno, empenhados na sensibilização das famílias (residentes ou visitantes) para as medidas de prevenção a serem adotadas, por forma a evitar os acidentes por afogamento, com crianças e jovens.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.