A presidente da Associação dos Doentes com Artrite Reumatoide (ANDAR), Arsisete Saraiva, denunciou hoje que a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) não está a disponibilizar o tratamento para a artrite reumatoide.

À Lusa, Arsisete Saraiva revelou que a associação recebeu reclamações de três doentes, seguidas no hospital Conde Bertiandos, em Ponte de Lima, que não conseguiram levantar o medicamento “tocilizumabe” na farmácia do hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
As doentes foram informadas que o medicamento [indicado para o tratamento da artrite reumatoide moderada a grave], totalmente comparticipado pelo Estado desde 2007, não está disponível.
A Lusa contactou a administração da ULSAM, mas ainda não obteve resposta.
A responsável acrescentou que o número de doentes sem acesso ao tratamento pode ser maior, uma vez que muitos têm “medo de represálias se fizerem a reclamação no livro amarelo”.
“O livro de reclamações ajuda a resolver os problemas”, sustentou.
Arsisete Saraiva adiantou que uma das doentes de Ponte de Lima que denunciou o caso junto da ANDAR, “está há mais de uma semana sem fazer o tratamento e, por esse facto, a entrar em sofrimento”.
A presidente da ANDAR adiantou ter enviado, na segunda-feira, um pedido de esclarecimento, por ‘email’ ao presidente do conselho de administração da ULSAM, sobre as razões que estão na origem da falta do medicamento e a “reclamar a resolução do problema, o mais rapidamente possível”, mas ainda não obteve resposta.
De acordo com a responsável, a Andar contactou o laboratório responsável pela produção do fármaco que garantiu não haver rutura de ‘stock’.
A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima.
Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas dos dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, e algumas populações vizinhas do distrito de Braga.
Em todas aquelas estruturas trabalham mais de 2.500 profissionais, dos quais cerca de 500 médicos e mais de 800 enfermeiros.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.