A Área de Acolhimento Empresarial (AAE) de Nova Geração de Melgaço, atualmente em construção, num investimento de 13 milhões de euros, vai começar a produzir seis gigawatts de energia fotovoltaica a partir de meados de 2025.

“Em meados do ano de 2025 estará concluída a AAE de Nova Geração de Melgaço. Estará a produzir, a armazenar e a distribuir energia às empresas instaladas nas zonas industriais de Penso e Alvaredo”, afirmou o presidente da autarquia, Manoel Batista.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, adiantou que a construção da AAE de Nova Geração começou há três meses com a desmatação e limpeza do terreno, estando previsto para junho o início da colocação de 6,5 hectares de painéis fotovoltaicos.
Manoel Batista revelou que projeto inclui ainda a criação de uma zona para o armazenamento de energia, “com baterias de elevadíssima capacidade”.
O autarca socialista acrescentou que na AAE de Nova Geração será construída uma fábrica de produção de hidrogénio verde, “a primeira fábrica do distrito de Viana do Castelo”.
O projeto prevê “a criação de seis pontos de carregamento de grande velocidade nas zonas empresarias e de antenas 5G para as empresas e a população que residente na envolvente”.

O projeto da Área de Acolhimento Empresarial de Nova Geração, que resultou de uma candidatura ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), aprovada em janeiro de 2022, “é muito importante sobretudo do ponto de vista industrial”.
“Vai dar condições energéticas e tecnológicas de excelência às empresas que estão instaladas nas zonas empresariais do concelho. Vão ter energia muito mais barata. Vai ser um fator enorme de atração para as zonas empresariais, sobretudo para a primeira fase da de Alvaredo e, posteriormente na segunda fase que queremos construir”, adiantou.
Segundo Manoel Batista, “dos cinco lotes disponibilizados com a construção da primeira fase da zona empresarial de Alvaredo, três estão comprometidos”.
A zona empresarial de Alvaredo, inaugurada em janeiro, representou um investimento de 2,7 milhões de euros cofinanciado por fundos comunitários.
Aquela zona empresarial tem mais de 35 mil metros quadrados, divididos em cinco lotes e foi cofinanciada em 1,5 milhões de euros pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do Programa Operacional Regional Norte2020.
A segunda fase da obra tem finalizado o processo de Declaração de Utilidade Pública (DUP) e aguarda abertura de linhas de financiamento comunitário.
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