A construção de canastro de varas, a montagem do crucho com colmo, as lavadeiras do rio Vez são alguns dos usos e costumes que Arcos de Valdevez quer guardar num portal para memória futura.
Além do registo daquelas tradições agrícolas e costumes da sociedade desde o século XIX até 1975, a plataforma digital, que vai ser lançada no próximo dia 12 de outubro, às 17h00, na biblioteca municipal Tomaz de Figueiredo, reúne ainda “uma visão detalhada do território” e das “personalidades públicas e anónimas que contribuíram e contribuem para a criação da identidade arcuense”.
Designado Portal da Memória Arcuense, a plataforma contém “mais de 12.500 registos organizados em 22 secções temáticas correspondentes a estruturas organizacionais que vão desde a assistência social, associativismo, passando pelas atividades económicas, cultura e lazer, saúde e religião até ao património material e imaterial, abrangendo múltiplos aspetos do território e da sociedade em Arcos de Valdevez”.
Criado e gerido pela Câmara de Arcos de Valdevez, o portal vai disponibilizar ainda uma hemeroteca digital e a livraria municipal. A hemeroteca permite “o acesso integral a 40 jornais arcuenses publicados desde 1870 até 1919, a seis almanaques e a 28 boletins e revistas institucionais”. “No total, foram digitalizadas cerca de 8.500 publicações, correspondendo a mais de 62.000 imagens”, destaca a autarquia em nota divulgada esta quinta-feira.
O repositório online “destaca-se como uma plataforma colaborativa, reunindo informação proveniente de várias fontes e disponível em múltiplos formatos texto, imagem ou vídeo”. Desenvolvido pelo arquivo e pela biblioteca Municipais, o projeto “visa disponibilizar a história local de forma acessível e dinâmica”, “incorporando também testemunhos e arquivos pessoais, assegurando que a história de Arcos de Valdevez está viva e em constante evolução”.
O Portal da Memória “contará com a participação ativa da comunidade arcuense, incentivando a partilha de informações e conhecimentos, de modo a tornar este recurso histórico acessível a todos os arcuenses e ao mundo”. A livraria municipal, um dos conteúdos da plataforma, “tem como objetivo ser uma montra digital de todos os autores e publicações arcuenses, com 350 títulos disponíveis, estando 50 deles já digitalizados”.
“O Portal da Memória Arcuense representa não apenas um repositório digital, mas um convite à participação comunitária. Com uma estrutura sólida, o projeto está preparado para crescer, contando com os contributos de todos os arcuenses e amigos da região, que poderão partilhar as suas memórias em formato texto, imagem ou vídeo com a equipa do Portal, presencialmente ou através de meios digitais”, adianta a nota.
Para o município, “este é um marco significativo para o concelho, assegurando que a rica história de Arcos de Valdevez continuará a ser preservada, valorizada e partilhada com as gerações futuras”.
Os preços das casas em Viana do Castelo registaram uma subida expressiva nos últimos 12 meses. Segundo o índice do portal imobiliário Idealista, em janeiro de 2026 o valor mediano por metro quadrado atingiu 2.233 euros, refletindo um aumento de 16,8% face a janeiro de 2025.
O distrito de Viana do Castelo está a promover uma campanha de recolha de bens para apoiar as vítimas afetadas pela tempestade Kristin, que causou vários estragos na região de Leiria. A iniciativa é promovida pelo OLYMPICS4ALL – Desporto/Solidariedade, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da Federação Distrital de Bombeiros de Viana do Castelo.
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O Festival Viana Jazz foi distinguido como um dos 10 finalistas da 10.ª edição dos Iberian Festival Awards, um prestigiado certame que reconhece os melhores festivais de música da Península Ibérica.
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