A Câmara de Arcos de Valdevez aprovou as contas de gerência de 2023, com a maior taxa de execução da última década (94%), mas a oposição votou contra pelo avolumar de despesa em obras públicas, foi hoje divulgado.

Segundo a Câmara de Arcos de Valdevez (PSD), no distrito de Viana do Castelo, o relatório e contas de 2023 apresenta “uma execução da receita no valor de cerca 31,3 milhões de euros e uma execução da despesa no valor de cerca de 31,1 milhões de euros”, representando “um aumento de 3,2 milhões de euros face ao ano anterior”.
“A gerência de 2023 é reflexo de uma gestão responsável e próxima, em parceria com várias entidades e os arcuenses, em prol da construção de um concelho mais solidário, inovador, atrativo e sustentável e com mais qualidade de vida e oportunidades para todos”, afirma o presidente da câmara, João Manuel Esteves, citado em uma nota enviada à imprensa.
O município realça “a poupança corrente de 3,7 milhões de euros, aplicada na realização de investimento nas Grandes Opções do Plano (GOP)”, e que a “dívida orçamental baixou para os 5,8 milhões de euros, com uma redução de cerca de um milhão de euros face ao ano anterior”.
De acordo com a autarquia, “foram realizados muitos investimentos no valor superior a 19 milhões de euros, com clara preponderância nas funções sociais, cerca de nove milhões de euros, e em funções económicas, cerca de 6,3 milhões de euros”.
Os dois vereadores do PS no executivo municipal votaram contra pelo “avolumar de despesa em obras públicas que, por muito interesse arquitetónico que possa ter, representam valores que começam a gerar assimetrias de investimento no território que são difíceis de explicar”.
Os vereadores socialistas estão preocupados com o aumento “das despesas em aquisições de serviços”, apontando “uma subida constante nos últimos três anos, de 35%”.
Para o PS, os dois milhões de euros investidos nas 36 freguesias do concelho representam “um investimento parco e demasiado contido, até por comparação com uma única e recente obra na sede do concelho, o ecoparque do Vez, que, em termos de dimensão, é pequena e que implicou o custo de cerca de 1, 4 milhões de euros”.
“São milhões para o centro urbano e para as freguesias tostões. As freguesias são, sem dúvida, o parente pobre a nível financeiro”, sustentam os vereadores João Carlos Braga Simões e, Isabel Carvalho Araújo.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.