A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu um parecer desfavorável ao projeto da EDP para o Aproveitamento Hidroelétrico na Barragem do Alto Lindoso, situada em Ponte da Barca.
A informação foi avançada esta semana pelo Jornal Económico (JE), que afirma que a APA fundamenta o chumbo com “várias ressalvas”, com destaque para a “elevada contestação ao projeto, expressa na consulta pública, incluindo pelas autarquias onde o projeto se localiza”.
Ainda segundo o JE, e apesar de reconhecer que o projeto contribui para a “concretização dos objetivos energéticos nacionais e na promoção de energias renováveis”, a APA salienta que a Central está inserida no Parque Nacional da Peneda-Gerês, e prevê um ”impacto significativo sobre a comunidade de peixes autóctones integrada no Parque Nacional da Peneda-Gerês e na ZEC da Peneda-Gerês”.
Além disso, a agência refere também que o “projeto não cumpre o definido nos artigos 7.º e 20.º do Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês”; e que a “realização do projeto é considerada interdita, nos termos do artigo 20.º do regime da Reserva Ecológica Nacional (REN), face ao não cumprimento do definido no Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês”.
O JE avança que a EDP pretendia “converter uma das turbinas para permitir a bombagem de água de jusante (depois do paredão da barragem) para voltar a armazenar a água a montante (na albufeira, antes do paredão)”.
De acordo com o JE, “este sistema, usado em outras barragens, permite reciclar a água, isto é, voltar a turbinar a água para produzir eletricidade”.
“Esta central hidroelétrica no rio Lima entrou ao serviço em 1992 e tem uma potência instalada de 630 MW, contando com duas turbinas, produzindo anualmente 910 GWh de eletricidade. A empresa não apresentou valores de investimento para o projeto”, escreve ainda o Jornal Económico.
O Centro de Estudos Regionais (CER) promove, no próximo dia 19 de fevereiro, quinta-feira, a sexta conversa da 3.ª temporada do ciclo EntardeCER. A iniciativa terá lugar no AP Dona Aninhas – Boutique Hotel, em Viana do Castelo, parceiro do projeto, com início marcado para as 17h30.
Valença recebe este sábado, dia 14 de fevereiro, a sessão de sensibilização ambiental “Plantas Invasoras”, às 9h30, nas instalações da CIM Alto Minho, na avenida Miguel Dantas.
Uma tentativa de assalto à Capela de Nossa Senhora da Graça, localizada na Rua João Costa e Silva, em Lanhelas, provocou danos materiais ao edifício durante a tarde desta quinta-feira, confirmou a Junta de Freguesia.
A Serra d’Arga, no Alto Minho, passa a beneficiar, a partir de hoje, de um regime jurídico de proteção ambiental como Zona de Especial Conservação (ZEC), após a conclusão do processo de classificação iniciado em 2017. A medida está publicada no Diário da República através do decreto-lei 36/2026.
Deputados do Partido Socialista alertam para o risco iminente de queda de árvores na freguesia de Lanhelas, concelho de Caminha, e exigem uma intervenção imediata da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Viana do Castelo vai marcar presença na 20ª edição da NAVARTUR – Feira Internacional de Turismo de Navarra, que decorre de 20 a 22 de fevereiro, em Espanha. A participação da cidade reforça a aposta estratégica no mercado ibérico, considerado de elevado potencial económico e com forte interesse por experiências culturais e gastronómicas.
Igrejas e santuários em várias regiões de Portugal estão a sofrer danos significativos após a depressão Kristin, e o Atelier Samthiago, de Viana do Castelo, juntou-se às iniciativas de apoio à recuperação do património religioso.