Há dez anos, a enfermeira Liliana Lourenço, formada no Politécnico de Viana do Castelo, aceitou o desafio de levar os cuidados de saúde a Resende, em Paredes de Coura, numa iniciativa inovadora promovida pela Junta de Freguesia local. Desde então, o momento reservado à missa transformou-se numa oportunidade para unir a comunidade em torno do cuidado, criando laços que vão além da medicina.

Na freguesia de Resende, em Paredes de Coura, a tradição de passar a manhã de domingo com a comunidade ganhou um novo significado há cerca de uma década. Durante aquele que seria habitualmente o horário da missa, muitos residentes reúnem-se para um momento especial: as consultas de enfermagem da responsabilidade de Liliana Lourenço, enfermeira formada no Politécnico de Viana do Castelo.
O projeto, iniciado há já uma década, teve início com um convite do presidente de Junta da altura, que viu na proximidade da enfermeira à comunidade uma oportunidade de promover a saúde de forma acessível e contínua. Ao longo de todos estes anos, a relação entre enfermeira e paciente sofreu muitas alterações e as consultas transformaram-se num ponto de encontro de confiança e de cuidado, criando laços que vão além da medicina.
Liliana concluiu o curso de licenciatura em Enfermagem na Escola Superior de Saúde do Politécnico de Viana do Castelo, em 2008, tendo também já feito o mestrado em Enfermagem de Saúde Comunitária e pós-graduação em Cuidados Paliativos e Oncologia, tudo na ESS-IPVC. Hoje, além da profissão que a ocupa de forma integral na Unidade de Saúde Familiar de Paredes de Coura, ainda, dedica tempo, e espaço, duas horas por mês às consultas na Junta de Freguesia de Resende, atendendo uma média de dez utentes. “Inicialmente, as consultas realizavam-se no primeiro domingo de cada mês, depois da missa. E as pessoas aderiram logo. Hoje, posso dizer que há uma relação quase familiar com os utentes que se mantêm assíduos”, descreve Liliana Lourenço, de 38 anos, natural de Paredes de Coura.

Os horários da missa foram alterados após o falecimento do pároco local, mas as sessões com a enfermeira Liliana mantêm-se. “Estas consultas são muito mais do que cuidar da saúde física. São momentos de conversa, de partilha e de ensino sobre estilos de vida mais saudáveis. Falamos sobre alimentação, gestão do regime terapêutico ou até de exercício físico. É uma experiência muito gratificante”, remata Liliana.
A dedicação e o compromisso de Liliana Lourenço refletem a excelência da formação no Politécnico de Viana do Castelo, mostrando que o cuidar vai além do hospital ou do consultório. A sua história inspira uma abordagem humana e próxima, onde a saúde e a comunidade se encontram.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
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Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
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