"NUA" é o nome do primeiro livro de Daniela Mendes que apesar de ser natural de Lisboa, viveu em Viana do Castelo desde os seu 14 anos, onde se formou em enfermagem na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Atualmente trabalha como enfermeira na Corunha e transformou o que sentia nos dias maus, "NUA", num livro.

Para Daniela Mendes, de 27 anos, o gosto pela escrita surge desde criança, quando incentivado pelo pai. Começou a escrever nos momentos em que se sentia “inspirada”. Daniela recorda que inclusive lhe foi oferecido pelo pai, um caderno de capa negra, onde começou a escrever histórias, canções e poemas. Com o avançar da idade a jovem considera que “a escrita foi ganhando um estatuto essencial na minha vida” garantindo que é graças ao que passa para o papel, o seu “ansiolitico”.
Em 2019, e após uma fase complicada da vida e aconselhada pelo psicólogo, decidiu registar tudo aquilo que sentia. Daniela explicou à Viana TV, que “NUA”, surge “nos dias maus ou de superação” quando a autora escrevia o que sentia e aquilo que lhe saía das “entranhas”, daí começarem a surgir as perguntas que a levaram à publicação desta obra:
“Depois de o fazer pensei…e se outras pessoas sentem o mesmo que eu? E se o que eu escrevo puder ajudar alguém? Nessa altura criei o blogue Chá&Mel que, curiosamente, acabou por ter imensas visualizações. Em 2021 perdi o meu primo Rafael, devido a uma doença oncológica e onde mais tarde me foi diagnosticado uma depressão e foi nessa altura que voltei a recorrer à escrita para me salvar” disse a autora, relembrando a época e o aparecimento do Livro “NUA”:
“Durante todo o processo fui escrevendo todos os pensamentos que me vinham à cabeça, e depois da recuperação pensei mais uma vez na possibilidade de que o que eu sentia também poder ser o que os outros sentiam, então decidi criar o “NUA”.
“As lágrimas que deslizavam pela minha face traduziam, o que me deixava NUA. Um dia, decidi juntar tudo o que escrevera e compor este livro, na expectativa que ele me salvasse, que este meu sonho apagasse todas as memórias sombrias e tristes” refere a autora ao apresentar a sua primeira obra.
“Este livro sou eu, sou eu NUA. Sou eu exposta. Mas sei que poderá representar muitas outras pessoas, que se sentem sós, perdidas, incompreendidas e com um diagnóstico na bagagem, mas que superam, que conseguem chegar onde querem e que, mesmo depois de tudo, perdoam” acrescentou.
Para Daniela, expor a fragilidade “é bem mais revelador do que estares nua, completamente nua, daí essa vontade feroz de demonstrares ser forte e desvaneceres chegando a casa” acreditando que em algum momento da vida, todas as pessoas já se sentiram assim…”nuas”.
Daniela conclui que “o NUA é frágil, mas forte, como todos nós” e que “a vida e o amor são sempre as melhores opções”.
O lançamento oficial do NUA é no próximo dia 21 de junho, sexta-feira, às 18h30 no Hotel Axis em Viana do Castelo.

O TUViana vai percorrer, entre 15 e 25 de setembro, nove escolas do concelho de Viana do Castelo, permitindo à comunidade escolar tratar de cartões e passes sem necessidade de se deslocar aos postos de atendimento.
O Parque Ecológico Urbano de Viana do Castelo recebeu, no passado fim de semana, cerca de 2.000 visitantes para dois concertos gratuitos ao ar livre, numa programação que juntou música instrumental, jazz manouche e contacto com a natureza.
O deputado do CHEGA eleito por Viana do Castelo, Eduardo Teixeira, confrontou o ministro da Administração Interna com a alegada redução do horário de funcionamento do Posto Territorial da GNR de Tangil, em Monção, e voltou a exigir esclarecimentos sobre as obras previstas nas instalações policiais de Viana do Castelo e Lanheses.
António Manuel Ribeiro, vocalista e fundador dos UHF, destacou a forte adesão do público ao concerto da banda no Viana Bate Forte e comparou o ambiente vivido na Praça da Liberdade ao Rock in Rio.
A Coordenada Decimal – Associação de Nadadores-Salvadores de Viana do Castelo encerrou mais uma época balnear com um balanço considerado «muito positivo», destacando a inexistência de mortes por afogamento nas zonas vigiadas.
A Juventude Viana terminou a Taça Jorge Coutinho na segunda posição, em igualdade pontual com o vencedor HC Braga, numa competição marcada pelo equilíbrio.
A Fortaleza de Valença não conseguiu conquistar o título de Nova Maravilha de Portugal, apesar de ter liderado as votações durante grande parte da gala final, realizada este sábado, em Sintra.