A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) vai executar um plano nacional para identificar as zonas mais críticas de acidentes nas autoestradas. Após a identificação, a Brisa Autoestradas avançará com medidas corretivas.
A ANSR e a Brisa assinaram um compromisso no âmbito da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária Visão Zero 2030, que tem como meta a redução em 50% do número de mortos até 2030.
A Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, que não chegou a ser aprovada pelo Governo, será concretizada através de planos de ação plurianuais, sendo o compromisso entre a ANSR e Brisa o primeiro acordo assinado no âmbito desta estratégia nacional.
Este acordo estabelece as medidas que as duas partes se comprometem executar no biénio 2024-2025, para que se consiga atingir as metas para 2030.
Ao subscrever o “Compromisso Visão Zero 2030”, a Brisa Autoestradas compromete-se a desenvolver em 2024 e 2025, num investimento estimado de cinco milhões de euros, o Sistema de Gestão da Segurança Rodoviária.
Adotar as melhores práticas internacionais na utilização de novos equipamentos para reforço da sinalização, participar em campanhas para a adoção de comportamentos seguros por parte dos condutores e executar medidas corretivas identificadas no Plano Nacional de Zonas de Acumulação de Acidentes e das inspeções efetuadas pela ANSR são outros compromissos da empresa.
Também no âmbito deste acordo, a ANSR vai desenvolver um conjunto de medidas num investimento estimado em dois milhões de euros, destacando-se a elaboração do Plano Nacional de Identificação de Zonas de Acumulação de Acidentes, Inspeções de Segurança Rodoviária com emissão de recomendações para melhoria da segurança e a realização de campanhas de informação e de sensibilização para a adoção de comportamentos seguros por parte dos condutores.
Segundo a ANSR, as medidas previstas no acordo serão monitorizadas semestralmente, com o acompanhamento do cronograma e das taxas de realização dos indicadores de execução e dos indicadores chave de desempenho.
Anualmente, será realizado o Relatório Anual de Monitorização da Estratégia Visão Zero 2030, para o qual a Brisa Autoestradas dará os respetivos contributos.
Viana do Castelo prepara-se para um mês de atividades dedicadas à celebração e reflexão sobre o papel das mulheres na sociedade. O Coletivo4900, em parceria com a Malandra, criou um programa que percorre todo o mês de março, focado na participação comunitária, articulação entre entidades locais e continuidade no tempo.
No âmbito das celebrações dos 900 anos da fundação de Ponte de Lima e assinalando o início das comemorações dos 400 anos do martírio do Beato Francisco Pacheco (1565-1626), o Município promove, este sábado, 28 de fevereiro, um Ciclo de Conferências dedicado à vida e obra deste notável missionário jesuíta.
O conhecido ator e encenador Albano Jerónimo vai estar em Arcos de Valdevez no próximo sábado, 28 de fevereiro, para conduzir uma nova sessão do CAPACITEATRO, programa de formação dirigido a profissionais das áreas social, educativa e cultural dos dez concelhos do Alto Minho.
Vila Nova de Cerveira recebe no próximo sábado, 28 de fevereiro, um recital de piano com o conceituado pianista António Oliveira, dedicado aos “Quadros Sonoros Nacionalistas”. A entrada é livre.
O presidente da concelhia do Partido Social Democrata (PSD) de Viana do Castelo, Duarte Martins, é novamente candidato à liderança da estrutura local nas eleições marcadas para 28 de fevereiro. O atual dirigente terá como adversário Paulo Vale, que já formalizou a candidatura pela Lista B – “Somos Todos PSD”.
Viana do Castelo vai receber “Cartografia das Mãos”, uma experiência artística que combina performance, artes plásticas, vídeo, som e instalação. O projeto decorre no espaço cultural Linha Norte, com produção da Academia de Artistas Arte em Movimento e apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo e do Estação Viana Shopping.
A multinacional alemã Enercon vai encerrar a fábrica de Lanheses, em Viana do Castelo, no final de abril, decisão que deixa 51 trabalhadores sem emprego. A empresa justifica o fecho com a reestruturação da sua linha de produtos e a quebra na procura dos componentes ali produzidos.