A ministra da Coesão Territorial admitiu que a disponibilização dos apoios aos estragos das intempéries de dezembro de 2022 e de janeiro foi tardia, e apelou à reflexão para um novo modelo de financiamento destas situações.
“Foi tardio, é verdade. Não se inventam 50 milhões de euros de um dia para o outro. Só as alterações orçamentais podem imaginar o que [elas] implicam. Foi tardio, mas não podemos cruzar os braços e dizer que é assim. Não pode ser assim. Temos de ter respostas céleres a eventos que vão acontecer, infelizmente, com maior frequência e sempre com maior severidade”, afirmou Ana Abrunhosa.
A ministra da Coesão Territorial discursava na sede da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, em Ponte de Lima, durante a cerimónia de homologação dos contratos para reposição de equipamentos e infraestruturas municipais de 50 municípios da região Norte, danificados pelas inundações de dezembro de 2022 e de janeiro.
Nos 50 municípios, a despesa dos danos considerados elegíveis é de 21 milhões de euros, sendo que o Estado comparticipa com 11 milhões de euros.
O Ministério da Coesão Territorial também abriu avisos específicos para apoiar as empresas afetadas. Candidataram-se 32 empresas para apoios de quatro milhões de euros.
Ana Abrunhosa, que respondia ao presidente da CIM do Alto Minho, que classificou de “tardio e curto” o apoio do Governo, disse que no Orçamento do Estado o valor do fundo de emergência municipal duplicou de três para seis milhões de euros, mas alertou que aquele montante, face à “frequência e severidade” das intempéries, não deverá ser suficiente. “Estamos a ver o que está a acontecer [mau tempo dos últimos dias]. Temos de agilizar um outro fundo ou uma outra forma de tornar isto mais célere”, vincou.
O Club Lote 5 e a agência Timbre Cósmico promovem, no próximo dia 17 de janeiro, um mega evento que conjuga duas áreas, 5 DJ’s e um MC.
O Pavilhão José Natário, em Viana do Castelo, recebe este sábado, às 21h30, um dos jogos mais aguardados dos 16 avos de final da Taça de Portugal de hóquei em patins. A Juventude Viana defronta o Sporting Clube de Tomar, num encontro que promete grande intensidade e forte apoio das bancadas.
O Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, recebe no dia 31 de janeiro, às 21h30, o espetáculo “As Vaginas e Eu – Tudo o que ficou por dizer”, a mais recente criação a solo de Teresa Guilherme.
O Aquamuseu do Rio Minho abriu uma nova exposição dedicada à lampreia, espécie emblemática da região e valorizada na gastronomia minhota. “A Pesca da Lampreia Marinha no Rio Minho” estará em exibição até 31 de março.
O presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), Pedro Dominguinhos, visitou em dezembro passado as obras das residências académicas do Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), um investimento histórico superior a 20 milhões de euros que permitirá disponibilizar cerca de mil camas a estudantes já no ano letivo 2026/27.
A Câmara Municipal de Monção iniciou a instalação de uma nova sinalética urbana no centro histórico da vila, apostando numa imagem mais moderna, atrativa e uniforme, alinhada com a Marca Monção. A intervenção integra-se no plano de requalificação do espaço público e visa atualizar e otimizar a informação existente, reforçando a imagem de modernidade e sustentabilidade do concelho.
O Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e a Polícia Marítima (PM) receberam seis novas motas de salvamento marítimo, numa cerimónia realizada na Casa da Balança, nas Instalações Centrais da Marinha, em Lisboa.