A Amnistia Internacional divulgou o seu habitual “Dois Minutos para os Direitos Humanos”, chamando a atenção para situações graves e urgentes que continuam a afetar milhões de pessoas em diferentes partes do mundo, desde a discriminação racial sistémica até conflitos armados, ameaças a povos indígenas e possíveis crimes internacionais.
No plano global, assinalam-se os 60 anos da adoção da Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial. Apesar deste marco histórico, a organização alerta que o racismo persiste em práticas policiais, políticas migratórias e condições de trabalho exploradoras. A Amnistia sublinha ainda que novas tecnologias digitais estão a automatizar e reforçar padrões discriminatórios.
Na Venezuela, a Amnistia Internacional considera que uma eventual ação militar dos Estados Unidos poderá constituir uma violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas. A organização manifesta especial preocupação com o risco de uma nova escalada de violações de direitos humanos, seja como resultado de operações adicionais dos EUA, seja como resposta das autoridades venezuelanas.
Na República Democrática do Congo, o grupo armado Forças Democráticas Aliadas (ADF), ligado ao Estado Islâmico, continua a sequestrar e matar civis, além de sujeitar mulheres e meninas à escravidão sexual. “A comunidade internacional deve intensificar os esforços para apoiar as autoridades congolesas a ajudar as sobreviventes, proteger os civis e investigar e processar os crimes de guerra generalizados das ADF”, afirmou Rawya Rageh, da Amnistia Internacional.
Na Noruega, a organização destaca a luta de Ellinor Guttorm Utsi, pastora de renas Sámi, contra a construção de centenas de turbinas eólicas em territórios tradicionais. O projeto ameaça os padrões de pastoreio das renas e, segundo Ellinor, coloca em risco a terra, a cultura e o modo de vida do povo indígena Sámi.
Relativamente a Israel e à Faixa de Gaza, a Amnistia Internacional alertou, em dezembro de 2025, para a necessidade de os Estados impedirem que o navio Holger G, de bandeira portuguesa, atracasse nos seus portos. O navio transportava componentes de munições com destino a Israel, existindo um risco evidente de que a carga contribuísse para o genocídio em curso em Gaza e para crimes de guerra e crimes contra a humanidade contra a população palestiniana.
Com este apelo, a Amnistia Internacional reforça a importância de uma ação urgente por parte da comunidade internacional e dos governos nacionais para proteger os direitos humanos, garantir a responsabilização por abusos e cumprir o direito internacional.
A Biblioteca Municipal de Ponte de Lima vai receber, este sábado, 7 de março de 2026, das 10h30 às 12h30, uma sessão especial destinada aos mais pequenos, com idades entre os 12 e os 36 meses.
O Kartódromo de Viana do Castelo recebe hoje e amanhã (7 e 8 de março) a primeira etapa do Campeonato de Portugal de Karting 2026, prometendo emoções fortes para os fãs da modalidade.
A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga, deteve um homem de 52 anos, suspeito de diversos crimes de burla qualificada e simples ocorridos entre 2025 e 2026, que terão provocado um prejuízo superior a 60 mil euros às vítimas.
A Biblioteca Municipal de Valença lança este sábado o Espaço 11.18 – Conexão Criativa: Jogos de Tabuleiro Modernos, iniciativa que pretende afastar os jovens dos ecrãs e aproximá-los dos jogos de estratégia. A primeira sessão tem início às 10h00.
O realizador vianense Miguel Filgueiras estreia o seu documentário “Fosfeno” no Festival Internacional de Documentário de Tessalónica, na Grécia, a 12 de março. O projeto contou com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, no âmbito da promoção cultural e identitária do concelho.
Inserido nas celebrações do Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de março, o Politécnico de Viana do Castelo promove uma ação transversal a todas as suas Unidades Orgânicas, desafiando a comunidade académica à reflexão sobre aceitação e pressão estética.
O projeto CaixaSon, integrado no IKFEM Festival Tui-Valença, conquistou o Silver Award in Inclusive Culture nos IAUD International Design Award, atribuídos pela International Association for Universal Design (IAUD), no Japão.