Mais de duas dezenas de crianças plantaram cerca de uma centena de árvores em Segude, Monção, no âmbito do Programa “Aldeias Suber Protegidas”, promovido pela Quercus ANCN (Organização Não Governamental de Ambiente) e pela Corticeira Amorim (líder mundial na transformação de cortiça).
Esta foi a “segunda volta” da ação ambiental. A primeira foi promovida no passado dia 7 de março, mas acabou por não contar com a presença de uma turma do 3º e 4º ano da Escola Básica do Vale do Mouro devido às condições adversas. Assim, 21 alunos tiveram, esta terça-feira, a oportunidade de plantar cerca de uma centena de árvores,naquela área sensível à ocorrência de incêndios.
Nesta manhã diferente, passada fora da sala de aulas, os alunos puderam, ainda, visualizar algumas gravuras rupestres, colocadas à descoberta pelos incêndios, com contextualização de Odete Barra, arqueóloga do Município. No regresso à escola, como recordação, levaram o livro de banda desenhada “O Reino do Alvarinho”.
A iniciativa contou a participação do presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, da vereadora, Daniela Fernandes, dos docentes e auxiliares da Escola Básica do Vale do Mouro, com elementos da Quercus ANCN, da Corticeira Amorim, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, com a Junta de Freguesia de Segude e com os sapadores florestais.
António Barbosa reforçou o compromisso do atual executivo na preservação e valorização da floresta, agradeceu o envolvimento de todas as entidades e enalteceu a importância da parceria com a Quercus ANCN e a Corticeira Amorim. “Esta colaboração interessante e promissora terá, certamente, continuidade em outros projetos baseados na sustentabilidade ambiental e na consciencialização cívica da população” acentuou.
O lançamento do programa “Aldeias Suber Protegidas” teve lugar em Unhais da Serra, Covilhã, no dia 23 de novembro de 2023, sendo Monção a segunda localidade do país a receber este projeto. Em síntese, tem como finalidade a prevenção de incêndios florestais e a proteção ambiental do território, favorecendo a componente da reflorestação e o reforço de uma sociedade com matriz ecológica.



Um deslizamento de terras ocorrido na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas obrigou à retirada preventiva de 20 pessoas das suas habitações, após uma derrocada considerada “forte” ter destruído parcialmente uma casa e soterrado um veículo ligeiro. Não há registo de vítimas ou feridos.
As condições meteorológicas adversas estão a dificultar a captura de lampreia nos rios Minho e Lima, afetando a atividade de cerca de duas centenas de embarcações e colocando em risco o rendimento anual de muitos pescadores da região.
Um deslizamento de terras ocorrido esta terça-feira, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, destruiu parcialmente uma habitação e obrigou à retirada de sete pessoas, informou a Proteção Civil.
Viana do Castelo recebeu, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, a VII Convenção do Mercado das Viagens, reunindo a maioria das agências da rede, parceiros estratégicos e diversos representantes de relevo do setor do turismo. O evento decorreu sob o lema “Rumo ao Futuro”, refletindo o foco na evolução e nos desafios do setor.
Um residente da freguesia de Chafé, no concelho de Viana do Castelo, doou cerca de 500 telhas destinadas a apoiar as zonas mais afetadas pelo recente mau tempo, informou a Junta de Freguesia.
O Comando Territorial de Viana do Castelo da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou, entre os dias 2 e 8 de fevereiro, um conjunto de operações em todo o distrito, com o objetivo de prevenir e combater a criminalidade violenta, reforçar a fiscalização rodoviária e promover ações de sensibilização junto da população.
Trinta e quatro pessoas, entre as quais 18 crianças, foram realojadas preventivamente na zona ribeirinha de Valença devido ao risco de cheia do rio Minho, informou a Proteção Civil. A medida deverá manter-se pelo menos até esta terça-feira, dependendo das descargas da barragem da Frieira, em Espanha.