O vereador da Educação da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Manuel Vitorino, recebeu esta semana alunos e professores provenientes de Itália, Polónia e Turquia que estão de visita ao concelho no âmbito do projeto Erasmus + “Protect Our Future, Please!”, organizado pelo Agrupamento de Escolas Arga e Lima.

Na sessão, o vereador deu as boas-vindas aos estudantes integrados neste projeto e apresentou a cidade de Viana do Castelo, assumindo as belezas naturais, o património e o clima como fatores que contribuem para uma boa qualidade de vida no concelho.
No âmbito do projeto Erasmus +, foi indicado que o Município tem dinamizado projetos no Centro de Monitorização e Interpretação (CMIA) e no Geoparque, de modo a estimular o interesse e o conhecimento pela paisagem e pelo ambiente.
O Erasmus+ apoia atividades de formação no estrangeiro para profissionais do ensino pré-escolar, básico e secundário. Estas atividades podem passar por cursos estruturados ou outros eventos ou por períodos de acompanhamento no posto de trabalho/observação em escolas ou outras organizações relevantes.
O Agrupamento de Escolas de Arga e Lima está, assim, envolvido no projeto Erasmus+ “Protect our future, please!”, que tem por base a premissa de que o Património Cultural é a soma dos valores materiais e espirituais que nos restam do passado e que estes incluem literatura, arte, monumentos, histórias, danças, gastronomia, festas populares, o ambiente e a natureza.
O projeto indica que, devido às mudanças climáticas e ambientais, os nossos valores culturais não estão adequadamente protegidos e estão a diminuir, pelo que um dos objetivos educacionais da União Europeia é “sensibilizar as pessoas com uma consciência comum do património cultural”. O reforço da identidade europeia e da juventude, que é um dos objetivos do Erasmus+ 2021-27, enquadra-se com a temática do projeto do agrupamento vianense.
“Protect our future, please!” tem como objetivos principais reconhecer a diversidade do património cultural tangível e intangível da União Europeia e melhorar o conhecimento do nosso património cultural; desenvolver a consciência e as práticas de proteção do ambiente e da natureza, atuando em conformidade com a estratégia europeia de uma “Europa Verde”; desenvolver o Inglês como língua estrangeira e aprender novas línguas; acompanhar os desenvolvimentos digitais, utilizar, contribuir e estabelecer colaborações internacionais; criar um arquivo de cultura digital e partilhá-lo em locais relevantes; ter estudantes, professores e escolas com uma identidade europeia desenvolvida.

O Colégio do Minho celebrou 84 anos de existência num encontro que reuniu alunos, famílias, professores e responsáveis da instituição. A celebração destacou o percurso da escola, a preservação da sua identidade católica e a ligação à Diocese de Viana do Castelo, que se prepara para assinalar os 50 anos da sua criação.
A cooperação turística entre o Alto Minho e a Galiza esteve em destaque no XVIII Congresso Internacional de Turismo — ITC’26, que decorreu nos dias 1 e 2 de outubro, na Universidade de Vigo, com a participação de mais de uma centena de especialistas de quatro continentes.
A empresária Patrícia Martins, fundadora da CANEVI, recebeu a Medalha de Mérito Grau Prata do Município de Vila Nova de Cerveira, numa homenagem ao seu percurso no comércio de calçado e à aposta no empreendedorismo digital.
Portugal assinala esta segunda-feira, 5 de outubro, os 116 anos da Implantação da República, acontecimento que pôs fim à Monarquia Constitucional e abriu um novo ciclo na história do país.
Portugal garantiu o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações ao vencer a Noruega por 2-1, no Estádio do Dragão. A seleção nacional somou a quarta vitória em quatro jornadas, num encontro em que João Cancelo e Gonçalo Ramos marcaram os golos da reviravolta.
O filme “O Legado em Cada Gesto – Romaria d’Agonia”, produzido pela VianaFestas, conquistou o Silver Award na categoria Tourism Products no Terres Travel Festival – Films & Creativity 2026, realizado em Tortosa, Espanha.
Chamemos-lhe António. Tem 82 anos. Não existe exatamente — ou, melhor, existe em muitos dos doentes que se sentam à minha frente.