O presidente da Assembleia da Republica, José Pedro Aguiar Branco, disse em Matosinhos acreditar que moção de confiança do Governo seja aprovada, em nome do "interesse nacional".

“Devo dizer que eu tenho confiança que ainda seja possível aprovar esta moção de confiança, porque acredito que o interesse nacional irá prevalecer, como aconteceu quando foi o Orçamento de Estado, e também para que as moções de censura [apresentada pelos partidos] não tivessem a sua aprovação”, afirmou Aguiar Branco, lembrando que existe a possibilidade da abstenção.
Em declarações aos jornalistas na Casa da Arquitetura, em Matosinhos, o presidente da Assembleia da República disse acreditar que “os portugueses não desejam eleições”, considerando que “o superior interesse nacional exige que também neste momento essa avaliação do interesse nacional esteja bem presente quando for a hora de votar”.
“Eu acredito que o superior interesse nacional seja, na hora da sua votação, prioritário, tal como também foi nas moções de censura, e tal como aconteceu também na votação do Orçamento de Estado”, frisou.
Contudo, referiu que “em democracia não há impasses e, como não há impasses, a situação das eleições são sempre, em última análise, a alternativa que existe”.
“Creio interpretar a vontade do povo português de que não haja, neste momento, instabilidade que leve a eleições. Está nas mãos dos partidos, na hora de votar, também colocarem, tal como colocaram no Orçamento, tal como colocaram na moção de censura, colocar agora também na moção de confiança o interesse nacional acima de qualquer interesse partidário”, acrescentou.
A cerca de 48 horas da moção de confiança ser discutida no parlamento, insistiu na ideia de que “haja todo esse processo de reflexão, de recolocação como prioridade o interesse nacional”.
“E eu, como presidente da Assembleia da República, desejaria que assim fosse. E, portanto, quero trabalhar na hipótese de, até terça-feira, ser possível que se coloque o interesse nacional acima de qualquer interesse partidário”, disse.
E se o interesse nacional “for colocado em primeiro lugar, relembro que até pela via da abstenção, ela poderá ser aprovada e, portanto, o país poderá continuar a contar com a estabilidade”, frisou.
Com a chegada de maio, volta a repetir-se um dos costumes mais antigos e simbólicos da cultura popular portuguesa: a colocação das “maias” nas portas e janelas das habitações. De Norte a Sul do país, sobretudo em zonas rurais, ramos de giesta amarela são usados para assinalar a entrada no mês de maio e afastar o chamado “mau olhado”.
O Café Concerto do Teatro Sá de Miranda acolhe, esta quinta-feira, 30 de abril, às 21h30, uma mesa-redonda subordinada ao tema “Nas guerras dos ricos morrem os pobres”, iniciativa promovida pelo coletivo informal PELA PAZ.
O atleta Usumane Djumo, em representação do Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa ao Algarve este fim de semana para participar na 5.ª edição do Meeting de Atletismo de Albufeira by AP Victoria Sports, que assinala o arranque oficial da época ao ar livre na região.
A Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, em reunião ordinária do executivo municipal, um conjunto de apoios financeiros às Juntas e Uniões de Freguesia do concelho, no valor global de 252.800 euros.
Vila Nova de Cerveira assinala o mês de maio com um conjunto de iniciativas que valorizam a gastronomia local, a tradição e o património cultural do concelho, com destaque para o Debulho de Sável à Cerveirense e para a iniciativa popular “As Maias”.
A empreitada de reabilitação das coberturas do Palácio da Justiça de Ponte da Barca foi oficialmente consignada na manhã de segunda-feira, marcando o início de uma intervenção há muito aguardada naquele edifício público.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana (TN-CDV) estreia, em maio, o espetáculo “Que Palavra é Esta?”, uma criação dirigida a alunos do 1.º ciclo do ensino básico que será apresentada em 17 escolas do concelho de Viana do Castelo, abrangendo mais de 1.800 crianças.