Durante a última reunião do Comité de Gestão Estratégica (CGE), a alcaldesa de Tomiño, Sandra González, e o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, abordaram o plano de ação previsto para este ano, assente na consolidação da dinâmica de cooperação transfronteiriça existente, fortalecendo ainda mais o sentimento de pertença de ambas populações para com um território comum, ao mesmo tempo que a aposta recai em aspetos relevantes e atuais como a luta contra as alterações climáticas ou a promoção da igualdade.

O objetivo é avançar com as primeiras ações dos dois novos projetos da Eurocidade centrados nas alterações climáticas e na igualdade, num investimento aproximado de 900 mil euros, cofinanciado em 75% pelo FEDER através do POCTEP, no âmbito do processo participativo da Agenda Urbana Eurocidade Cerveira-Tomiño 2030.
Por um lado, será elaborado um guia de recursos para favorecer a conciliação da vida laboral, familiar e pessoal, uma ação piloto para a promoção da igualdade integrada na Rede de Governança do Rio Minho Transfronteiriço do AECT Rio Minho. Por outro lado, também serão realizados diversos estudos e implementado um projeto piloto de monitorização da qualidade ambiental para a valorização das linhas de água, a prevenção das inundações e a adaptação do território às alterações climáticas, procurando a implementação de uma estratégia conjunta de resiliência do território transfronteiriço face às alterações climáticas.
Ao longo do 2024, a Eurocidade Cerveira-Tomiño também prevê diferentes dinâmicas de aproximação à juventude da Eurocidade Cerveira-Tomiño, dando continuidade às atividades do OPT Juventude 2023, que teve um grande êxito de participação entre os jovens de Cerveira e de Tomiño, criando um ambiente de convívio saudável, através da música e da prática desportiva com as iniciativas Música Nova e Jogos Sem Fronteiras.
Conscientes de que a coordenação das políticas públicas deve beneficiar ambas as comunidades, Sandra González e Rui Teixeira reafirmaram a importância da Agenda Urbana Eurocidade Cerveira-Tomiño 2030, por ser um apoio para a afirmação sustentável e adaptada aos desafios do século XXI e estabelecer as bases para a tomada de decisões nas diferentes áreas de atuação dos dois municípios com ações baseadas na coordenação e na cooperação.
A Agenda Urbana incorpora 14 projetos divididos em quatro eixos estratégicos: economia circular e relações urbano-rurais, desenvolvimento territorial e dinamização de recursos endógenos, mobilidade e transição digital e cidadania e igualdade. É um projeto cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Interreg V-A Espanha-Portugal (POCTEP) 2014-2020.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.