A 26ª edição da Arte na Leira abre portas sábado, no final da tarde. A mostra promovida pelo artista Mário Rocha é, a cada ano, uma extraordinária surpresa que se renova, por muitos motivos, mas sobretudo pela singularidade de misturar, numa simbiose perfeita, a arte moderna e a rudeza imponente da Serra d’Arga.

“E, de repente, chegamos à 26ª edição da Arte na Leira. Esta mostra realmente excecional, é um caso de longevidade, é um caso de persistência, é um caso de sucesso, é um caso de valor, de grande valor. Um valor que acrescenta prestígio ao nosso concelho, a todos nós”, sublinha o Presidente da Câmara de Caminha, Rui Lages.
Sábado, 20 de julho, pelas 18h00, a exposição abre ao público e fica patente, na Casa do Marco, em Arga de Baixo, até 18 de agosto, podendo ser visitada todos os dias entre as 10h00 e as 19h00.
Quem visita a Arte na Leira tem, por norma, oportunidade de conviver com o seu promotor, que está pela casa e pela leira e vai recebendo os visitantes com a franqueza e simpatia que o caraterizam. Aliás, recebe o público naquela que é hoje a sua casa permanente e onde tem o seu atelier, porque o pintor decidiu há alguns anos trocar o bulício da cidade pela quietude da serra e mudou-se por inteiro para a Casa da Leira. Uma mistura de públicos improvável, porque tanto visitam a mostra artistas, gente do Porto, de Lisboa, vindo de propósito para ver os trabalhos, como pessoas que estão por cá de férias ou até os vizinhos, que aprenderam há 26 anos a conviver com a arte moderna, própria de outros ambientes.
A Arte na Leira é provavelmente um fenómeno de caraterísticas únicas que “deram certo”: “o Mário Rocha, talvez com aquela simplicidade de quem sonha e acredita sem reconhecer obstáculos, numa quase ingenuidade que só os artistas e as crianças partilham, há 26 anos, quis fazer o improvável – e fez! Podia ter sido uma aventura inconsequente, podia ter sido um caso isolado em que a serra se transformava em galeria, os montes inóspitos recebiam a visita de quem porventura, vindo de todo o lado, nunca teria tido de outra forma o privilégio de conhecer a nossa Serra d’Arga”, diz Rui Lages.
O Presidente da Câmara ainda acrescenta: “no máximo, podiam ter acontecido edições intermitentes, ano sim, outros uns tantos não, sim de novo. Mas não é nada disso. Nem a pandemia que ‘congelou’ o mundo foi capaz de contaminar a Arte na Leira. É imperturbável e incrivelmente inabalável, tem a robustez das pedras que povoam a serra. Estamos, como sempre, curiosos e ansiosos por conhecer a Arte na Leira 2024”.

A Porta Mexia Galvão, no centro histórico de Viana do Castelo, volta a receber, nas noites de 31 de julho e 1 de agosto, a 12.ª edição do Festival Música à Sua Porta. Os dois concertos têm início marcado para as 21h30 e são de entrada gratuita.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 155 pessoas por suspeitas da prática do crime de incêndio florestal entre o início do ano e 27 de julho, revelou esta terça-feira a força de segurança.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, a adjudicação da empreitada de pavimentação e conservação de pavimentos betuminosos, num investimento de 958.160 euros.
Uma mulher de 43 anos e um homem de 31 foram detidos pela PSP, em dias distintos, por conduzirem sem habilitação legal na freguesia de Darque, em Viana do Castelo.
Um homem de 34 anos foi detido pela GNR, no dia 24 de julho, por suspeita de tráfico de estupefacientes, no concelho de Ponte de Lima.
O concelho de Caminha volta a receber, no final deste mês, o Festival Âncora Folk, que este ano assume um significado especial ao celebrar os 50 anos do Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora. A edição comemorativa reunirá grupos folclóricos de quatro países, reforçando a dimensão internacional de um dos mais antigos encontros de culturas tradicionais da região.
As “Pataniscas Três Milhos” conquistaram o júri da 28.ª edição do Concurso Gastronómico da Escola Superior Agrária do Politécnico de Viana do Castelo, que este ano teve o milho como ingrediente obrigatório.